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PONTO DE VIRADAAs três palavras que impulsionaram a carreira de Gisele Bündchen

A capa da Vogue de 1999, que a chamou de ‘The sexy model’, marcou a virada na trajetória da modelo brasileira.

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Antes de se consagrar como um dos maiores nomes da moda mundial, Gisele Bündchen enfrentou uma série de recusas que quase puseram fim ao seu sonho. Chegando aos Estados Unidos ainda na adolescência, ela ouviu diversos ‘nãos’ em testes e audições por não se adequar ao padrão de beleza então vigente nas passarelas.

Anos mais tarde, a modelo relembrou que aquele período complicado se transformou em uma lição valiosa. Para ela, a rejeição ensinou resiliência e mostrou que o valor pessoal não deve depender exclusivamente da aprovação alheia.

A grande mudança aconteceu em 1999, quando a revista Vogue a colocou na capa de julho e a descreveu com uma expressão que alteraria seu destino: ‘The sexy model’. Mais do que exaltar sua aparência, a publicação destacou características que fugiam do padrão da época, como o visual saudável, os cabelos naturais e a energia que transmitia diante das câmeras.

O efeito foi imediato. Em entrevista à W Magazine, Gisele contou que, após ser associada ao chamado ‘retorno da modelo sexy’, sua carreira disparou. Contratos, campanhas e desfiles começaram a surgir em sequência, convertendo a jovem gaúcha em um dos rostos mais cobiçados da indústria.

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Com o passar dos anos, porém, a modelo passou a enxergar aquele momento sob outra ótica. Para ela, o sucesso não estava atrelado apenas à aparência física, mas também à personalidade que transmitia em cada trabalho.

Segundo Gisele, o que conquistava fotógrafos, estilistas e marcas era a combinação de autenticidade, entusiasmo e confiança. Em uma indústria que começava a buscar novos referenciais, ela acredita ter representado uma imagem mais saudável, vibrante e alinhada com as transformações que a moda vivia naquele período.

Mais de duas décadas depois, aquelas três palavras ainda integram a história da carreira de Gisele Bündchen. Contudo, para a modelo, o verdadeiro diferencial sempre esteve além dos holofotes: na capacidade de permanecer fiel a si mesma, mesmo quando o mundo insistia em dizer que ela não tinha o perfil ideal para chegar ao topo.

A trajetória de Gisele inclui também a filantropia e o ativismo ambiental. Ela foi uma das modelos mais bem pagas do mundo e, em 2007, tornou-se a 16ª mulher mais rica do setor de entretenimento.

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Atualmente, a modelo mantém uma vida mais reservada. Em fevereiro de 2025, ela teve seu terceiro filho, River, fruto do relacionamento com o professor de jiu-jítsu Joaquim Valente.

Fonte: NSC Total

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