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SEGURANÇAOperação Convergência Nacional prende 19 suspeitos de integrar facção criminosa no Acre

Ação conjunta entre Polícia Civil e MPAC cumpriu 42 mandados judiciais e resultou em 19 prisões em Rio Branco e Epitaciolândia, além de mandados em Fortaleza e Florianópolis.

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram nesta terça-feira, 2, a Operação Convergência Nacional. A ação visa desarticular uma organização criminosa com atuação no Acre e em outros estados.

A operação mobilizou cerca de 80 policiais civis, além de delegados, promotores de Justiça, servidores do MPAC e policiais penais. Foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo 21 de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão, expedidos pela Vara Estadual do Juiz das Garantias da Comarca de Rio Branco. Das 19 prisões realizadas, 18 ocorreram em Rio Branco e uma em Epitaciolândia.

Os alvos são investigados ligados a uma facção criminosa que atua no estado. As ordens judiciais também foram cumpridas nas cidades de Fortaleza (CE) e Florianópolis (SC), demonstrando o caráter interestadual das investigações. Segundo as autoridades, a operação tem como principal objetivo desarticular núcleos operacionais da organização, especialmente nos municípios de Rio Branco, Brasiléia e Epitaciolândia.

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A investigação conduzida pelo Gaeco contou com apoio técnico e operacional da Polícia Civil. Os trabalhos avançaram a partir da análise de dados periciais extraídos de aparelhos celulares apreendidos com lideranças da organização criminosa, incluindo um integrante do chamado “Conselho” da facção. A extração e análise dos dados permitiram identificar a estrutura hierárquica do grupo, seus operadores financeiros e os responsáveis pela logística de distribuição de entorpecentes.

Os resultados foram apresentados durante coletiva de imprensa em Rio Branco, com a participação do delegado titular da Draco, Gustavo Neves, do diretor do Departamento de Polícia da Capital e Interior, delegado Alcino Ferreira Júnior, e dos promotores de Justiça Antonio Alceste Calil e Júlio César de Medeiros, coordenador-geral e adjunto do Gaeco, respectivamente.

O delegado Gustavo Neves destacou a integração entre as instituições e afirmou que a operação representa “mais um duro golpe contra a estrutura da organização criminosa”. O delegado Alcino Ferreira Júnior ressaltou o investimento em inteligência policial e integração institucional. O promotor Antonio Alceste Calil enfatizou a eficiência da atuação conjunta e o comprometimento das instituições em responsabilizar integrantes de organizações criminosas.

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As investigações prosseguem com a análise do material apreendido, podendo resultar em novas medidas judiciais.

Fonte: Polícia Civil Acre

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