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SEGURANÇAPolícia Federal deflagra operação contra fornecedor de cocaína do PCC

Ação mirava suspeito ligado ao PCC na Bolívia, morto semana passada em confronto com a Rota.

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A Polícia Federal realizou, na manhã desta quinta-feira (30/7), a Operação Fragmento, voltada para desarticular uma rede de fornecimento de cocaína ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Foram expedidos 24 mandados de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte, São Paulo e Goiás.

De acordo com as investigações, o grupo criminoso operava de maneira estruturada, com suspeitas de envolvimento em atividades ilícitas ligadas à facção. Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes apreenderam celulares, computadores e documentos, que serão periciados para aprofundar as apurações.

Um dos alvos da operação, no entanto, já havia falecido na semana anterior durante uma ação da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), em Igaratá, interior paulista. Trata-se de Rildo dos Reis Cerqueira, conhecido como R7, que foi localizado quando policiais cumpriam mandados de outra ofensiva federal, a Operação Commodity.

Conforme a corporação, R7 reagiu à abordagem, houve troca de tiros e ele foi baleado, não resistindo aos ferimentos. Nenhum policial se feriu. As investigações apontam que ele era um dos principais fornecedores atacadistas de cocaína para o PCC na Bolívia.

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Rildo já possuía condenação definitiva por transporte de grande quantidade de drogas e respondia a processos por tráfico internacional de entorpecentes, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A Polícia Federal afirma que ele ocultava um patrimônio milionário por meio de empresas de fachada e uso de laranjas, estratégia para esconder a origem e propriedade de bens e recursos.

A Operação Fragmento foi coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio Grande do Norte (FICCO/RN), composta pela Polícia Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do estado. A ação também contou com apoio da Polícia Penal Federal e da Polícia Militar de São Paulo.

Fonte: Metrópoles

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