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📌 DESMONTE ESTATAL

Correios implodem e perdem crédito no mercado

📰 Negativa do Tesouro expõe crise profunda e 20 anos de saques, má gestão e aparelhamento que destruíram a credibilidade dos Correios.
Tesouro Nacional rejeita garantia de empréstimo de R$20 bilhões aos Correios. Foto: Reprodução/Correios.

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📘 Correios implodem e perdem crédito no mercado

A decisão do Tesouro Nacional de negar garantia ao empréstimo de R$ 20 bilhões pedido pelos Correios não é apenas um revés financeiro — é a confirmação de que a estatal se tornou, nas últimas duas décadas, um símbolo de decadência, má gestão e aparelhamento político, especialmente durante os ciclos de governo da esquerda.

A empresa que já foi referência mundial em eficiência, pontualidade e confiança hoje não consegue sequer oferecer garantias mínimas para conseguir crédito no mercado — e, pior, não tem mais a credibilidade necessária para que o próprio governo a avalize.

📉 Quando começou o buraco? A virada para o abismo

Embora problemas estruturais existam em qualquer grande estatal, a derrocada dos Correios tem um marco histórico claro: o escândalo do Mensalão em 2005, quando a estatal se tornou peça central no esquema de corrupção que abalou o país.

Foi ali que vieram à tona:

  • Aparelhamento político das diretorias;
  • Desvio sistemático de recursos;
  • Contratos superfaturados — especialmente no setor de logística;
  • Perseguições internas para adequar a estatal aos interesses partidários.

A partir de então, os Correios deixaram de ser uma empresa de entregas e passaram a ser um instrumento de barganha política — trocando eficiência por lealdade ideológica.

📦 Um histórico que se perdeu: dos melhores serviços do país ao caos operacional

Nos anos 1990 e início dos anos 2000, os Correios eram motivo de orgulho:

  • entregas rápidas;
  • equilíbrio financeiro;
  • prêmios de qualidade;
  • expansão da rede de atendimento;
  • superávits constantes.
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A transformação começou a desandar justamente quando a esquerda assumiu e iniciou um ciclo de indicações políticas sem qualificação técnica, criando um ambiente perfeito para saques internos, descontrole administrativo e corrosão da governança.

Em 2010, a situação se agravou com o escândalo que ficou conhecido como “buraco sem fundo do Postalis”, o fundo de previdência dos funcionários, que acumulou rombos superiores a R$ 15 bilhões — fruto de investimentos temerários e escolhas influenciadas por interesses partidários.

📉 Vinte anos de perdas, interferências e rombos

Desde então, os Correios acumulam:

  • queda de receita;
  • perda de mercado para a iniciativa privada;
  • gastos inflados;
  • greves sucessivas;
  • atrasos generalizados;
  • expansão de passivos trabalhistas;
  • incapacidade de competir na nova economia digital.

O que antes era excelência virou motivo de piada: encomendas que não chegam, objetos extraviados, filas intermináveis e uma reputação completamente destruída.

📈 Os raros momentos de alívio – quando a estatal respirou

Durante o governo Michel Temer e, mais intensamente, no governo Jair Bolsonaro, os Correios tiveram momentos de relativa estabilidade:

  • redução do déficit;
  • reorganização de contratos;
  • corte de privilégios;
  • digitalização de serviços;
  • gestão com foco empresarial.

Resultado?

Em 2021, por exemplo, os Correios registraram lucro de mais de R$ 3 bilhões, um dos melhores desempenhos desde 2010.

Mas o retorno da esquerda ao poder — com reestatizações ideológicas, nomeações políticas e a volta da velha lógica de aparelhamento — rapidamente devolveu a empresa ao ciclo de rombos e descontrole.

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💸 O empréstimo recusado: o atestado oficial de falência

O pedido de R$ 20 bilhões — recusado pelo Tesouro porque os bancos exigiam juros abusivos de 136% do CDI — mostra o tamanho da desconfiança do mercado.

O próprio governo se recusou a ser avalista, porque:

  • o risco de calote é altíssimo;
  • a empresa não tem garantias;
  • a dívida já é elevada;
  • o rombo operacional cresce;
  • o modelo de gestão é instável.

Se o Tesouro não confia nos Correios, por que o cidadão deveria confiar?

⚠️ A fatura da incompetência: o preço da politização

A situação atual dos Correios não é fruto do acaso. Ela é resultado direto da fórmula aplicada pela esquerda:

➡️ mais cargos políticos;

➡️ menos gestão técnica;

➡️ mais ideologia;

➡️ menos eficiência;

➡️ mais rombos;

➡️ menos credibilidade.

E agora a conta chegou — bilionária.

📢 Os Correios são a prova viva de que o Estado aparelhado não funciona

A crise atual evidencia o que o Portal Acre Conservador sempre alertou:

Quando o Estado vira ferramenta de partido, o serviço público deixa de servir ao cidadão e passa a servir ao projeto de poder.

Os Correios, que já foram orgulho nacional, hoje se tornaram um monumento ao fracasso do estatismo, vítima de interferência política, má gestão e desmonte institucional.

👉 Aqui você encontra análises, contexto histórico, dados concretos e a defesa intransigente da liberdade econômica, da boa gestão e dos valores conservadores.

Reportagem | Portal Acre Conservador
* Com informações de Site Danúzio News / Metrópoles / Veja.

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