🚧 Recapeamento da AC-10 avança, mas para no km 20 por falta de recursos do Regime
O governo do Acre, por meio do Deracre, segue executando os serviços de recapeamento da AC-10, mas o avanço da obra atingiu seu limite técnico e financeiro: o km 20, exatamente o trecho relativo ao recurso federal já liberado.
Para seguir adiante, o Estado depende de novos repasses do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) — pasta controlada pelo Regime Lula da Silva, que ainda não autorizou a continuidade do financiamento.
🔧 Três frentes de trabalho tentam manter a rodovia funcional
Mesmo diante da incerteza, o Deracre reorganizou equipes e mantém três frentes simultâneas de atuação:
- Início da rodovia,
- Trecho central,
- Final da pista.
As equipes executam:
- Tapa-buraco,
- Recapeamento,
- Recomposição de áreas onde o asfalto precisou ser removido,
- Correção da base em setores danificados.
No trecho já iniciado, a empresa responsável continua aplicando massa asfáltica e ajustando falhas estruturais, garantindo o mínimo de trafegabilidade para quem depende da AC-10 diariamente.
🗣️ Sula Ximenes: “Agora dependemos da liberação federal”

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, reconhece o esforço estadual, mas deixa claro que a continuidade da obra está fora do alcance administrativo do Acre:
“Estamos garantindo o recapeamento possível com o recurso disponível. Agora dependemos da liberação dos recursos federais para avançar além do km 20 e dar continuidade ao trabalho”, afirmou.
A fala expõe um problema recorrente no Brasil: obras estruturais dependem da vontade política do governo federal, o que frequentemente engessa estados que buscam soluções rápidas para suas demandas.
🏛️ Quando a dependência de Brasília vira obstáculo 🚫
O caso da AC-10 não é isolado. Governos estaduais, especialmente da Região Norte, sofrem com o centralismo administrativo do Regime, que concentra verbas estratégicas e cria gargalos burocráticos que atrasam serviços essenciais.
No Acre, onde a infraestrutura rodoviária é fundamental para o escoamento da produção, transporte escolar, mobilidade urbana e acesso a áreas rurais, cada semana de atraso resulta em:
- Desgaste maior do pavimento,
- Aumento do custo total da obra,
- Risco para motoristas e motociclistas,
- Prejuízo ao setor produtivo.
A população paga a conta da morosidade federal.
📌 Estado segue pressionando o Regime por verbas
O governo do Acre continua em diálogo com o MIDR para tentar desbloquear os recursos.
Sem nova liberação, a obra permanece tecnicamente travada, e a rodovia — uma das mais importantes ligações entre Rio Branco e áreas rurais — segue apenas parcialmente recuperada.
Enquanto isso, o que deveria ser uma intervenção contínua e planejada transforma-se em mais um exemplo da dependência federativa que tanto penaliza estados longe dos centros de poder.
Reportagem | Portal Acre Conservador
Com informações de agência de Notícias do Acre































