🇧🇷 A soberania às avessas
O comentarista político Caio Coppolla voltou a provocar debate nacional ao denunciar, em rede aberta, o que chamou de “soberania do narcoestado” — uma dura crítica ao duplo padrão moral e jurídico que marca a condução do país sob o governo Lula e sob a complacência do Supremo Tribunal Federal (STF).
Durante o programa da CNN Brasil, Coppolla destacou a incoerência de autoridades que classificaram manifestantes do 8 de janeiro como “terroristas”, enquanto os chefes de facções, assassinos e traficantes recebem tratamento brando, são reclassificados como “usuários” e, muitas vezes, libertados.
“O Estado brasileiro é governado por ladrões incompetentes, enquanto o território é governado por traficantes e assassinos, sob o beneplácito da nossa Justiça”, afirmou o comentarista.
⚖️ STF e o regime da complacência
Coppolla lembrou que, sob a presidência do ministro Luís Roberto Barroso, o STF já impediu operações policiais em áreas dominadas pelo crime no Rio de Janeiro e vem adotando decisões que esvaziam o trabalho das forças de segurança.
Além disso, o tribunal anulou a apreensão de 695 quilos de cocaína e mandou soltar 15 integrantes de uma quadrilha de tráfico internacional, decisões noticiadas por grandes veículos de imprensa.
Essas ações, somadas à política de “soltura em massa” promovida pelo Ministério da Justiça, comandado por Ricardo Lewandowski, criam um cenário de impunidade generalizada, onde as leis parecem punir o cidadão comum, mas proteger o delinquente.
📉 Um país refém das facções
Os números apresentados por Coppolla são alarmantes. Segundo pesquisa do Datafolha, 28,5 milhões de brasileiros vivem hoje sob o domínio territorial de facções criminosas — um aumento de 24% em apenas um ano.
Essas populações vivem em áreas onde o Estado perdeu completamente o controle, substituído por tribunais do crime, extorsões e execuções sumárias.
O comentarista questiona:
“Se 15% do território nacional está sob domínio do crime organizado, onde está o discurso de soberania da esquerda?”
🚨 A “soberania seletiva” do regime Lulopetista
Enquanto a esquerda e o Supremo se indignam com decisões estrangeiras — como o cancelamento de vistos de juízes brasileiros pelos Estados Unidos —, silenciam diante do avanço de facções que impõem o medo e a violência a 30 milhões de brasileiros pobres e vulneráveis.
Essa “soberania seletiva”, como define Coppolla, expõe o colapso institucional e a fragilidade moral do regime, que prefere criminalizar patriotas, empresários e conservadores, ao invés de combater o poder paralelo do crime.
🧩 Entre a omissão e o aparelhamento
A crítica de Coppolla encontra eco em análises de juristas e especialistas em segurança pública que apontam para o aparelhamento ideológico das instituições.
Enquanto o discurso oficial insiste em culpar a “sociedade” pela criminalidade, as facções expandem seu controle econômico e territorial, explorando justamente o vácuo deixado por um Estado ideologizado e ausente.
O resultado é um país onde o cidadão honesto teme a lei, e o criminoso se vê protegido por ela.
Reportagem Portal Acre Conservador






























