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🛡️ SOBERANIA

Ucrânia recruta maiores de 60 anos para resistir à Rússia

Medida extrema amplia esforço de defesa após três anos de guerra e apoio limitado da Europa
Volodimir Zelensky tenta prolongar guerra o máximo possível para ver se sanções emitidas pelo ocidente contra a Rússia podem surtir algum tipo de efeito. Foto: EFE/EPA/Necati Savas

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A Ucrânia acaba de aprovar uma nova legislação permitindo que voluntários com mais de 60 anos se alistem para funções de apoio no Exército. O presidente Volodimir Zelensky sancionou a medida como parte de uma estratégia para prolongar a resistência militar diante da prolongada invasão russa, iniciada em 2022.

Sem condições equitativas no confronto com o regime socialista e ditatorial de Vladimir Putin, a Ucrânia luta para manter sua independência. A medida atual reforça o cenário de extremo sacrifício nacional, num momento em que a Europa segue oferecendo mais discursos do que ajuda efetiva, por temer impactos sobre seus interesses energéticos — muitos ainda ligados ao gás russo.

Apesar das limitações físicas da idade, os voluntários não atuarão na linha de frente, mas sim em áreas como logística, comunicações, manutenção e administração militar. Para participar, é necessário passar por exames médicos e testes de aptidão, além de um período de avaliação de dois meses antes da designação para os setores de apoio.

🌍 Recrutamento estrangeiro: cidadania em troca de defesa

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Paralelamente, o governo ucraniano tem convidado estrangeiros a integrarem a Legião Internacional da Defesa da Ucrânia. Voluntários de outros países são atraídos com a promessa de cidadania ucraniana e remuneração compatível com os padrões militares. A proposta tem ganhado força principalmente entre latino-americanos e africanos, que veem na causa ucraniana uma forma de lutar pela liberdade e contra o autoritarismo.

Esses estrangeiros, após treinamento básico e checagens de segurança, são integrados a unidades que operam em áreas de menor risco ou de apoio à linha de frente. O governo de Kiev considera essa política um reforço ético e simbólico: cidadãos do mundo se unindo a uma nação soberana sob ataque.

Resistência além das armas

A Ucrânia resiste há três anos com uma bravura que desafia a lógica militar. Mesmo com a lei marcial em vigor, convocando homens entre 25 e 60 anos, o país agora mobiliza seus veteranos e apoiadores internacionais.

Enquanto isso, a comunidade internacional mantém uma retórica de solidariedade, mas falha em fornecer o apoio militar efetivo necessário para equilibrar o confronto contra uma potência bélica como a Rússia.

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Zelensky tem reforçado que a Ucrânia não luta apenas por seu território, mas pelo direito de ser livre e soberana, numa Europa que, ironicamente, deveria ter aprendido com sua própria história os riscos da omissão diante do totalitarismo.

🇧🇷 Brasil sob suspeita internacional

Enquanto isso, o governo brasileiro de Luiz Inácio Lula da Silva tem sido acusado de conivência com o regime russo, ao manter relações comerciais intensificadas com Moscou, mesmo durante o conflito. O caso mais emblemático envolve a compra de óleo diesel russo, que estaria sendo utilizado para financiar as forças armadas da Rússia. A OTAN já sinalizou que poderá adotar medidas tarifárias contra o Brasil, caso a prática não seja encerrada, entendendo que o país sul-americano contribui indiretamente com a máquina de guerra de Putin.

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Reportagem | Portal Acre Conservador
* Com informações da Jovem Pan

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