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🧱 REAÇÃO INTERNACIONAL

EUA cancelam vistos de Moraes e mais 7 ministros do STF

Medida atinge também familiares dos ministros e sinaliza retaliação direta por perseguições políticas no Brasil
Foto: Montagem

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Retaliação à brasileira: Estados Unidos cancelam vistos de ministros do STF, incluindo Moraes e Barroso

A tensão entre o governo brasileiro e os Estados Unidos acaba de ganhar novos contornos. Em resposta às ações recentes do Supremo Tribunal Federal, especialmente a decisão do ministro Alexandre de Moraes de impor tornozeleira eletrônica ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o governo norte-americano anunciou o cancelamento dos vistos de entrada para oito ministros do STF e seus familiares. A decisão, comunicada oficialmente pela Casa Branca, foi tomada com base na avaliação de que as ações dessas autoridades “poderiam ter consequências adversas e graves para a política externa dos EUA”.

Quem são os atingidos pela medida

A lista inclui:

  • Alexandre de Moraes
  • Luís Roberto Barroso
  • Dias Toffoli
  • Cristiano Zanin
  • Flávio Dino
  • Cármen Lúcia
  • Edson Fachin
  • Gilmar Mendes

Os únicos poupados da medida foram André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques, todos vistos como mais moderados ou críticos às recentes decisões do STF. Mendonça e Nunes Marques foram indicados por Bolsonaro. Fux, embora não alinhado politicamente, tem se posicionado contra os excessos nas punições aos acusados de tentativa de golpe.

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Justificativa e impacto internacional

Segundo o comunicado americano, a decisão visa proteger os princípios democráticos e garantir que os EUA não sejam cúmplices de perseguições políticas. A medida vem após uma sequência de ações polêmicas do STF contra cidadãos brasileiros e estrangeiros, inclusive envolvendo empresas e redes sociais dos EUA, como a Starlink e o X (antigo Twitter).

Além disso, Moraes e outros ministros são acusados de extrapolar suas atribuições constitucionais, agindo como investigadores, acusadores e juízes nos mesmos processos. Para parlamentares conservadores e parte significativa da população brasileira, a decisão dos EUA foi um claro recado contra o autoritarismo judicial em curso no país.

Reação do governo Lula e tentativa de inverter os fatos

A ministra Gleisi Hoffmann, das Relações Institucionais (que não é a mais indicada, nesse caso, dado ao seu histórico alinhamento com países ditadores de esquerda, como Venezuela), classificou a decisão americana como uma “afronta” ao Poder Judiciário e à soberania nacional. No entanto, essa narrativa esbarra na realidade dos fatos: o Brasil, sob influência do STF, tem adotado ações persecutórias contra cidadãos e empresas estrangeiras, violando liberdades fundamentais e princípios jurídicos internacionais.

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Não há como exigir respeito internacional quando se prende opositores políticos, censura redes sociais e bloqueia contas bancárias sem processo legal. Essa postura, agora, cobra um preço alto: isolamento diplomático e sanções concretas.

📦 BOX: A decisão dos EUA em números

  • 8 ministros do STF tiveram vistos cancelados
  • Atinge também esposas, filhos e parentes próximos
  • Anúncio feito pelo secretário Marco Rubio, aliado de Trump
  • Justificativa: “Consequências graves para a política externa dos EUA”
  • STF não se pronunciou até o momento

📌 Leitura recomendada:

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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Jovem Pan e do Estadão Conteúdo

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