Menu

Redução de Crimes Letais

Deputado Calegário liga queda de crimes a convocação passada e apoia reajuste salarial de categoria

Parlamentar do Podemos critica postura da base governista diante de mobilização da categoria
Deputado Fagner Calegário discursa na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre durante sessão ordinária. Foto: Sérgio Vale

publicidade

Na sessão ordinária desta terça-feira (13) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Fagner Calegário (Podemos) manifestou apoio aos profissionais da segurança pública presentes na galeria. Ele reafirmou seu suporte à mobilização pela recomposição salarial da categoria.

O deputado mencionou os dados oficiais que apontam para a redução de crimes letais no estado. Contudo, ele argumentou que esse progresso é resultado das convocações de servidores realizadas em anos anteriores, impulsionadas pela atuação do Parlamento.

Calegário lembrou que a Aleac apoiou a convocação de cadastros de reserva da Polícia Militar e da Polícia Civil pelo governo anterior. Segundo o parlamentar, essa medida influenciou os índices atuais da segurança pública. “Antes de falar dos avanços, é preciso lembrar o que foi feito. Convocamos, com muita briga, os aprovados nos concursos, e isso hoje reflete na queda dos crimes. Mas agora a luta é por quem já está na ativa e precisa ter seus direitos reconhecidos”, declarou.

O deputado criticou a postura da base governista em relação às reivindicações dos servidores. Ele sugeriu contradições internas na reação à pressão das categorias ligadas aos seus eleitores. “Mais uma vez, a gente vê que a base não é tão base quando começam a mexer nas suas bases. Essa fala não é contra o governo, mas em defesa da coerência e da justiça com quem garante a segurança da população”, afirmou.

Leia Também:  PRF no Acre celebra 10 anos de autonomia com sessão solene na Aleac

Fagner Calegário apelou à união dos parlamentares em defesa da pauta dos operadores de segurança pública. Ele citou os deputados Clodoaldo Rodrigues, Gene Diniz e Arlenilson Cunha, que possuem histórico nas forças de segurança. “Independentemente da origem de cada um, temos o dever de lutar pelos direitos desses homens e mulheres. Contem comigo, como sempre contaram em outras batalhas”, concluiu.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade