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⚖️ ABORTO EMBARGADO

TJ-SP barra ampliação ilegal do aborto no caso “stealthing”

Desembargador afirma que decisão anterior extrapolou limites legais e que o tema deve ser debatido no Congresso
Suspensão de liminar que permitia aborto irrita parlamentares de esquerda. Foto: reprodução/Gazeta do Povo.

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⚖️ Justiça restabelece limites da lei

A Justiça de São Paulo derrubou a liminar que havia autorizado a realização de aborto em casos de gravidez resultante do chamado “stealthing”, prática em que o homem retira o preservativo sem o consentimento da mulher.

O desembargador Borelli Thomaz, da 13ª Câmara de Direito Público, considerou que a decisão anterior extrapolava os limites legais e processuais, já que o pedido foi feito por meio de uma ação popular — instrumento que serve à defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, não para alterar políticas públicas ou legislar por via judicial.

🏛️ O Judiciário e seus limites

Em sua decisão, Borelli Thomaz destacou que a ampliação das hipóteses legais de aborto não pode ser feita por liminar ou interpretação subjetiva, mas deve ser debatida no Congresso Nacional, espaço legítimo para tratar de temas de alta sensibilidade moral e social.

Atualmente, a legislação brasileira permite o aborto apenas em três situações:

1️⃣  risco de vida para a gestante;

2️⃣  gravidez resultante de estupro;

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3️⃣  casos de anencefalia do feto.

Qualquer alteração dessas condições exige aprovação legislativa, não decisões isoladas do Judiciário.

🩸 Ativismo judicial e o risco à Constituição

A decisão anterior havia provocado ampla repercussão e críticas de juristas, que a classificaram como mais um caso de ativismo judicial, em que magistrados ultrapassam suas funções e buscam impor agendas ideológicas.

Especialistas em direito público ressaltam que a suspensão da liminar preserva o princípio da separação dos poderes e evita que a Justiça atue como legislador — prática que enfraquece a democracia e desrespeita o papel do Parlamento.

💬 Reações políticas e ideológicas

Parlamentares de esquerda reagiram com indignação. A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) chamou a decisão de “vergonhosa” e defendeu que o “stealthing” seja equiparado ao crime de estupro. Já setores conservadores e defensores da vida elogiaram o posicionamento do TJ-SP, que reafirma o respeito à lei e à Constituição.

🕊️ Defesa da vida e da ordem legal

Ao restabelecer os limites da lei, o Tribunal reafirma um princípio fundamental do Estado Democrático de Direito: juízes aplicam a lei, não a reinventam.

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A decisão mantém a coerência jurídica e evita que a pauta da morte avance sob o pretexto de interpretações progressistas, lembrando que a defesa da vida e o respeito à legalidade devem estar acima de ideologias.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Danúzio News / Gazeta do Povo / SBT News

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