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TECNOLOGIA NA COZINHA

Robótica transforma aulas de confeitaria

Estudantes do Acre unem tecnologia e gastronomia com projeto de bolo giratório
Mentoria foi oferecida aos alunos do curso de confeitaria da Escola de Gastronomia. Foto: Mardilson Gomes/SEE

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Em uma experiência que une tradição culinária, inovação tecnológica e valorização da cultura amazônica, estudantes da terceira série do ensino médio da Escola Raimunda Pará, localizada no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco, estão desenvolvendo um projeto de confeitaria automatizado, com apoio do Núcleo de Automação e Robótica Educacional (Nare) da Secretaria de Educação do Estado (SEE).

Mentoria dá suporte a projetos de escolas e instituições. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A iniciativa, fruto de parceria com o Ieptec – Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica, visa orientar jovens do curso técnico em confeitaria do Centro de Educação Profissional e Tecnológica (CEPT) da Escola de Gastronomia na construção de soluções criativas e tecnológicas aplicadas à área.

O resultado mais recente dessa união de saberes é um bolo giratório de três andares, que será apresentado em duas feiras nacionais — uma delas em Brasília, em setembro, e outra durante a mostra Viver Ciência, realizada anualmente no Acre.

Inovação com sabor amazônico 🍰🌿

A professora Valcileia Melo, responsável pelo curso de confeitaria, explica que a proposta vai além da aparência tecnológica. “O foco em Brasília será destacar sabores amazônicos, como frutas nativas, castanhas e o simbolismo da floresta. É uma forma de representar nossa identidade regional com criatividade e sofisticação”, afirmou.

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A estudante Ana Clara de Oliveira Alves destacou o orgulho de representar o Acre de maneira inovadora:

“É gratificante poder mostrar a cultura do nosso estado de forma tecnológica. Tudo isso conectado à nossa área, a confeitaria.”

A colega Kayllane Nascimento ressaltou o impacto do projeto em sua perspectiva de futuro:

“É um mundo novo. Robótica, programação… são coisas que a gente não imaginava aprender dentro da gastronomia. Agora a gente já começa a pensar até em empreender com isso.”

Professora Valcileia Melo destaca a importância da mentoria para o projeto do bolo giratório. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Tecnologia com propósito educativo ⚙️📚

O Nare, que atua na interdisciplinaridade entre ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), já apoiou diversos projetos escolares no Acre, como o da escola São João Batista, do município de Bujari — selecionado para a Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace) — e da escola Raimundo Hermínio de Melo, em Rio Branco.

Segundo a coordenação do núcleo, a meta é ajudar instituições de ensino a modernizar seus projetos pedagógicos, promovendo o aprendizado ativo e conectado às exigências do século XXI.

Mais do que um bolo giratório, o que se apresenta ao Brasil é o talento de jovens que, com o devido apoio, estão prontos para transformar o presente com criatividade, técnica e raízes firmes em sua cultura.

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Com informações da Agência de Notícias do Acre

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