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SEM DEPENDÊNCIA

Marcio Bittar visita Iteracre, defende títulos de terra e detona

Senador do PL destinou R$ 1 milhão em emendas para fortalecer o instituto; Bittar denuncia que ONGs e ambientalistas usam a burocracia para sufocar o produtor rural na ilegalidade.

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Fortalecimento institucional e recursos no Iteracre

A manhã desta sexta-feira (29) foi marcada por uma importante agenda de alinhamento estratégico na sede do Instituto de Terras do Acre (Iteracre). O senador Marcio Bittar (PL) foi recebido pela presidente da autarquia, Gabriela Câmara, e por toda a sua equipe técnica. A visita serviu para consolidar o histórico compromisso do parlamentar com a regularização fundiária, uma das bandeiras mais caras ao setor produtivo e ao conservadorismo acreano.

Durante o encontro, Gabriela expressou gratidão pelo respaldo financeiro que tem garantido a operacionalidade do órgão. Bittar carimbou o envio de R$ 1 milhão em emendas parlamentares diretamente para o Iteracre. Esse montante está sendo integralmente aplicado no fortalecimento institucional, modernização da infraestrutura, ampliação da frota de mobilidade e melhorias nos sistemas de comunicação da entidade.

A burocracia como arma contra o produtor

Para Marcio Bittar, a ausência do título definitivo de propriedade joga o trabalhador do campo em uma espécie de “zona cinzenta”, retirando dele a dignidade e a segurança jurídica necessárias para produzir. Sem o documento, o agricultor fica impedido de acessar linhas de crédito bancário, planejar benfeitorias na terra ou atrair novos investimentos para o agronegócio local.

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O senador foi enfático ao descrever o modus operandi dos grupos que tentam paralisar o progresso da região:

A forma que eles têm de prender a regularização é na burocracia. Nega o título e multa. Sem o título, a pessoa não é dona da terra“, disparou Bittar.

O alvo certo: ONGs e a ideologia do atraso

Sem meias palavras, o senador do Partido Liberal apontou o dedo para os responsáveis pelo travamento dos processos de titulação na Região Norte. Segundo Bittar, existe uma ala política e não governamental que trabalha ativamente contra a emancipação dos produtores, utilizando a pauta de preservação como mero pretexto de controle social.

A ala do atraso: “Tem pessoas que são absolutamente contra a regularização fundiária na Amazônia. A preocupação dessa turma que é contra a regularização não é ambiental. A turma da Marina [Silva] é contra por conta disso”, denunciou o parlamentar.

Promessa de Mudança: Olhando para o cenário político nacional, Bittar projetou o fim da perseguição fiscalizatória contra quem produz. “Vamos ganhar a eleição nacional e acabar com essas multas”, assegurou.

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Propriedade privada é a chave da dignidade

Esse é um ponto mais sensível da sobrevivência da nossa civilização: o direito sagrado à propriedade privada. A esquerda ecoxiita e as ONGs internacionais querem transformar a Amazônia em um imenso zoológico humano, mantendo o trabalhador rural refém de bolsas assistenciais, dependente das migalhas do Estado e estatísticas de pobreza para justificar seus gordos orçamentos estrangeiros.

Quando o Iteracre entrega um título de terra a um produtor, ele não está apenas entregando um papel; está criando um cidadão livre, um proprietário autônomo e gerador de riqueza. Romper esse ciclo de dependência é a missão principal de quem defende os valores conservadores.

O Acre apoia a produção, apoia a lei e exige que a burocracia de Brasília pare de multar quem bota comida na mesa dos brasileiros. A terra pertence a quem nela trabalha! 🛡️🚜🇧🇷

Redação Portal Acre Conservador

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