Menu

MST VIROU APARELHO ESTATAL?Lula e MST discutem ajuda humanitária para Venezuela após terremotos

Presidente recebeu dirigentes do movimento para tratar de envio de alimentos e equipes médicas ao país vizinho.

publicidade

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se na manhã desta quinta-feira (9/7) com lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Palácio da Alvorada. O encontro teve como foco principal articular medidas de suporte à Venezuela, que enfrenta grave crise humanitária decorrente de terremotos recentes.

De acordo com informações divulgadas pelo próprio MST, as conversas giraram em torno de iniciativas como o fornecimento de mantimentos e a disponibilização de profissionais de saúde, além de ampliar os laços de cooperação e solidariedade entre as duas nações.

Os representantes do movimento presentes no diálogo incluíram João Paulo Rodrigues, dirigente nacional, e João Pedro Stedile, coordenador nacional da entidade. Ambos são figuras de destaque na organização.

No último sábado (4/7), o governo brasileiro já havia despachado aproximadamente seis toneladas de auxílio emergencial para o território venezuelano. A remessa conteve imunizantes, remédios, suprimentos hospitalares e materiais para exames laboratoriais, direcionados às regiões mais castigadas pelos abalos sísmicos.

Entre os itens enviados estavam 250 mil doses de vacina antirrábica para cães, 100 mil doses contra febre amarela, fármacos doados pela Eurofarma e 17 pacotes com aparelhos e insumos de laboratório destinados ao hospital de campanha da Marinha do Brasil, montado em La Guaira.

Leia Também:  Jaques Wagner quer decidir saída da liderança apenas com Lula

Este foi o quinto voo realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) com donativos do Brasil para a Venezuela. O país latino-americano está entre os que mais se engajaram no esforço de socorro após os fortes tremores que atingiram o norte venezuelano.

Dois sismos de grande intensidade ocorreram no dia 24 de junho, com magnitudes de 7,5 e 7,2 graus. Eles se sucederam com menos de um minuto de diferença, por volta das 18h locais, causando estragos consideráveis na estrutura urbana, com edifícios e outras construções desabando.

Quarenta e oito horas depois, o Brasil deu início às operações de auxílio. A mobilização incluiu o envio de bombeiros e especialistas em busca e salvamento, além de medicamentos, filtros de água, itens médicos para cirurgias e os equipamentos necessários para instalar e manter um hospital de campanha em pleno funcionamento.

Fonte: Metrópoles

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade