O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) intensificou as ações de prevenção em plantações cítricas para barrar a entrada de pragas quarentenárias como o cancro cítrico e a huanglongbing (HLB), também conhecida como greening. Ambas são doenças bacterianas devastadoras, já responsáveis por enormes prejuízos em estados produtores como São Paulo e Paraná.
👩🌾 A medida segue diretrizes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e coloca o Acre em posição de destaque ao adotar vigilância fitossanitária preventiva, assegurando o status de área livre dessas pragas — essencial para manter a produção e o comércio interestadual de limões, laranjas, tangerinas e limas ácidas.
🚜 Prevenção que garante competitividade
Segundo Ana Cláudia Alves D’Abadia, coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Citrícola do Idaf, o foco é atuar antes do problema chegar:
“Sabemos que a introdução do cancro cítrico ou da huanglongbing pode ser devastadora para toda a cadeia produtiva. Por isso trabalhamos em visitas técnicas, orientando produtores e fortalecendo a capacidade local de detecção precoce.”
Essa política preventiva é também um alinhamento ao livre mercado, já que garante segurança jurídica e sanitária para os produtores venderem sem restrições em outros estados, valorizando o esforço daqueles que trabalham no campo e movem a economia.
🍊 Impacto para os produtores locais

O engenheiro agrônomo Kevin Walles, do Sítio São Francisco, em Bujari, lembra que a fiscalização é parte da proteção da economia familiar e empresarial:
“A fiscalização constante nos dá confiança para negociar nossos produtos em diferentes municípios acreanos e assegura uma produção consistente e de qualidade.”
Além do monitoramento, o Idaf realiza ações de educação sanitária em escolas e propriedades, fortalecendo a conscientização dos agricultores e da nova geração sobre a importância do cuidado com a terra.
🌍 Conservação e livre comércio lado a lado
Manter o Acre livre dessas pragas não é apenas um tema técnico, mas estratégico: a entrada de doenças como o greening poderia comprometer não só a produção local, mas também a inserção competitiva do Acre nos mercados nacionais.
Para o conservadorismo, que valoriza o Estado Mínimo e a eficiência administrativa, medidas como essa refletem a função essencial do poder público: dar suporte ao setor produtivo sem sufocá-lo, preservando a liberdade econômica e garantindo condições justas de competição.
➡️ Continue acompanhando o Portal Acre Conservador para entender como políticas públicas, quando bem direcionadas, podem proteger o campo, valorizar quem produz e fortalecer a economia local.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Notícias do Acre



























