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GNCOC participa de exposição sobre a atuação integrada do Gaeco de Minas Gerais

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O Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) participou, nesta quinta-feira, 11, da abertura da exposição “Atuação Integrada do Gaeco/MPMG”, realizada no Memorial do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), em Belo Horizonte.

A exposição apresenta a trajetória do Ministério Público mineiro no enfrentamento à criminalidade organizada, desde a criação do Centro de Apoio Operacional de Combate ao Crime Organizado e de Investigação Criminal (CAO-Crimo) até a institucionalização do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Por meio de entrevistas, documentos, fotos e objetos que marcaram a história da instituição, os visitantes têm a oportunidade de conhecer os marcos que consolidaram o Gaeco como um instrumento essencial no combate às organizações criminosas.

A iniciativa integra a programação da Semana do Ministério Público e também compõe as atividades da Reunião Ordinária do GNCOC, que ocorre nesta semana em Belo Horizonte, reunindo representantes do Ministério Público de todo o Brasil.

O presidente do GNCOC e procurador-geral de Justiça do Acre, Danilo Lovisaro do Nascimento, elogiou a iniciativa do MPMG e ressaltou a importância de preservar a memória institucional.

“Preservar a história de enfrentamento ao crime organizado é também reafirmar o compromisso do Ministério Público brasileiro com a defesa da sociedade. Experiências como a do Gaeco de Minas Gerais inspiram e reforçam a atuação integrada que buscamos em todo o país”, disse.

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O procurador-geral de Justiça do MPMG, Paulo de Tarso Moraes Filho, falou sobre os objetivos da exposição. “Essa mostra, organizada pelo conselho curador do Memorial, convida todos os visitantes a refletir sobre o impacto do trabalho do Gaeco na sociedade. Por trás das peças da exposição estão nomes que trabalharam incansavelmente, desde a concepção das ações até sua efetiva execução”, afirmou.

Também estiveram presentes o coordenador do Gaeco do MPMG, Giovanni Avelar Vieira, e a coordenadora do Ceaf e presidente do Conselho Curador do memorial, procuradora Cássia Virgínia Serra Teixeira, além de outros integrantes do Ministério Público e de instituições convidadas.

Fonte: Ministério Publico – AC

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