O candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom (Federação PSDB/Cidadania), apresentou em seu Plano de Governo um conjunto de propostas voltadas para o setor rural. A principal delas é garantir segurança, tanto jurídica quanto estrutural, para quem vive e produz no campo. A estratégia inclui regularização fundiária, melhoria da infraestrutura e apoio à agricultura familiar, com o objetivo de dar condições para que os produtores possam investir e crescer com tranquilidade.
Uma das medidas centrais é a criação do Programa Estadual de Regularização Fundiária Rural. O projeto prevê a digitalização dos processos, a realização de mutirões nos municípios e o apoio ao georreferenciamento de pequenas propriedades. Além disso, o plano propõe a instalação de uma Câmara Permanente de Conciliação de Conflitos Fundiários, que teria a função de mediar disputas e reduzir a insegurança jurídica.
Para Bocalom, a regularização é o primeiro passo para que o produtor possa avançar. Com o documento da terra em mãos, o agricultor consegue acessar linhas de crédito, fazer investimentos e organizar a produção sem o receio de perder a área. “Nós queremos dar segurança para quem trabalha e produz na terra. O produtor precisa ter o documento da sua propriedade, saber que aquilo é dele e poder trabalhar tranquilo”, afirma.
A proposta estadual também busca aproveitar experiências bem-sucedidas da gestão de Bocalom em Rio Branco. Na capital, a Prefeitura criou o Programa Ramais da Dignidade, que recupera estradas vicinais e constrói pontes, melhorando o escoamento da produção e o acesso das famílias aos serviços públicos. Outro destaque foi a instalação da Indústria de Leite de Soja e do Complexo Agroindustrial da Agricultura Familiar, com investimento de cerca de R$ 20 milhões. As unidades processam alimentos que abastecem a rede municipal de ensino e programas sociais.
Bocalom pretende ampliar essas iniciativas para todo o estado, fortalecendo quem produz e gerando renda no campo. “Não adianta o agricultor produzir e depois não ter para quem vender ou não conseguir tirar o produto da propriedade. Quando nós investimos na agricultura familiar, nós estamos movimentando a economia, ajudando as famílias do campo e garantindo alimento de qualidade para quem precisa”, destaca o candidato.
Fonte: Postagem Manual

























