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O BRASIL QUE BRASÍLIA NÃO CONHECE

Bittar e Nikolas Ferreira cruzam a BR-364 destruída e denunciam "mordaça ambiental"

A convite do senador do PL, deputado federal mais votado do país testemunha o abandono da principal rodovia acreana e defende o desenvolvimento regional contra as barreiras impostas por ONGs e o ecoxitaísmo.
Sentados à beira do caminho. Bittar e Nikolas conversam sobre os desafios da vida dos amazônidas.

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O choque com a realidade da BR-364

A poeira, os buracos e o isolamento físico que o povo do Acre enfrenta diariamente ganharam os holofotes nacionais esta semana. A convite do senador Marcio Bittar (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) desembarcou no Acre para liderar o projeto “O Brasil que Brasília Não Conhece”, uma imersão profunda no interior do estado para constatar as reais carências da população da Amazônia.

O diagnóstico foi imediato e desconfortável. No trecho da BR-364 que liga os municípios de Feijó e Tarauacá, a comitiva deparou-se com uma estrada completamente intrafegável, marcada por crateras que evidenciam o descaso histórico do Governo Federal com a região.

Por que que essa estrada, até hoje, é desse jeito?“, questionou o jovem parlamentar ao ser chacoalhado pelo asfalto destruído.

A herança de irregularidades da esquerda

A resposta do senador Marcio Bittar foi cirúrgica, apontando os culpados pelo atraso logístico do Acre. Bittar explicou que a rodovia é o reflexo de gestões incompetentes e eivadas de vícios administrativos do passado:

Obra mal executada: A rodovia foi tocada pelas gestões do PT, que governou o Acre por cinco mandatos consecutivos. De acordo com o senador, a obra foi herdada com tantas irregularidades estruturais e técnicas que o próprio DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) se recusou a recebê-la.

Reconstrução do zero: Diante do colapso da pista, Bittar alertou que o trecho não necessita de meros remendos, mas de uma reconstrução completa para garantir a segurança de motoristas e passageiros.

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O custo humano do isolamento e a ideologia das ONGs

Para quem vive no interior do Acre, a destruição da BR-364 não é apenas um problema de logística; é uma questão de vida ou morte. Sem vias adequadas, a economia do campo fica asfixiada, os preços dos alimentos sobem e o socorro médico torna-se um martírio. Pacientes em estado de emergência são submetidos a horas de sofrimento em ambulâncias presas em atoleiros para alcançar os hospitais de média e alta complexidade.

Esse cenário dramático é agravado pelo que Bittar chama de “mordaça ambiental”. Enquanto as estradas que existem derretem sob o barro, organizações não governamentais (ONGs) internacionais e burocratas de Brasília utilizam a pauta ambiental para bloquear licenças e impedir a abertura e o asfaltamento de novas vias, condenando milhares de amazônidas ao isolamento e à miséria.

Isso vai acabar ficando pro próximo governo, que se Deus quiser, será o nosso“, cravou Marcio Bittar, apontando para a urgência de uma mudança de rumo político no país.

Agenda intensa no interior e na capital

A comitiva cumpre uma agenda robusta que une a pauta de infraestrutura ao contato direto com as comunidades tradicionais:

Segunda-feira (18): visita a uma comunidade indígena em Tarauacá.

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Terça-feira (19): Passagem por Marechal Thaumaturgo, com navegação fluvial pela Reserva Extrativista Alto Juruá. No retorno, a comitiva vistoriou a passarela sobre o Rio Amônia, obra de infraestrutura básica viabilizada por meio de emenda parlamentar do senador Marcio Bittar. À noite, Nikolas segue para Cruzeiro do Sul para um ato público.

Quarta-feira (20): Retorno a Rio Branco para coletiva de imprensa e encerramento com pronunciamento no auditório da Uninorte.

A Amazônia real reclama liberdade

A presença de Nikolas Ferreira ao lado de Marcio Bittar no interior profundo do nosso estado cumpre o papel essencial de rasgar o véu do “romantismo ecológico” de quem opina sobre a floresta de dentro de gabinetes climatizados na Europa ou no Sudeste.

A Amazônia não pode ser tratada como um santuário intocado onde o ser humano é visto como um intruso. O povo do Acre tem direito ao asfalto, ao desenvolvimento, ao agronegócio e ao progresso. O sacrifício imposto aos nossos doentes e produtores por conta do veto ideológico às estradas é uma agressão aos direitos humanos mais básicos. Que o testemunho dessa destruição sirva de combustível para que, em breve, a infraestrutura volte a ser tratada com a seriedade e o respeito que o trabalhador acreano merece. 🛡️🚜🇧🇷

Redação Portal Acre Conservador
*Cobertura especial da Caravana “O Brasil que Brasília Não Conhece”.

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