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📰 NARCOESTADO

Ataque de drones nas favelas do Rio expõe soberania do crime organizado

Na mega-operação do Comando Vermelho, uso de drones bélicos revela que 26% dos brasileiros vivem sob julgo do crime — e o regime Lula alimenta esse avanço.
Drones e bombas do crime organizado, no Rio de Janeiro, revelam que a soberania no Brasil não passa de uma galhofa na boca  do PT e do Regime de Lula da Silva, que é subserviente ao crime organizado. Foto: République

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📍A escalada do crime organizado no Brasil atingiu outro patamar: na operação realizada pela polícia do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, foram usados drones com explosivos, blindados, helicópteros. O que está em jogo? A soberania nacional.

Na manhã do dia 28 de outubro de 2025, uma das mais expressivas operações já vistas no Estado do Rio de Janeiro foi deflagrada contra o Comando Vermelho (CV). Cerca de 2.500 policiais e agentes das forças de segurança avançaram sobre os complexos do Complexo do Alemão e da Complexo da Penha.

O resultado: ao menos 60 mortos — quatro deles policiais — e uso declarado por parte dos criminosos de drones para lançar artefatos explosivos.

Um cenário que foge à lógica do “tráfico comum” e se aproxima de uma guerra interna, entre o Estado e organizações que operam como mafias ou mesmo como grupos terroristas.

  1. O crime organizado como entidade mafiosa-terrorista

O uso de drones com bombas por parte da facção CV evidencia que não se trata mais apenas de um grupo de traficantes disputando favelas. Na última operação, foi reportado: “drones com bombas e fuzis” usados por criminosos.

Mais que facção, essas estruturas funcionam como organizações com poder paralelo, controle territorial e logística bélica. Como resumiu o governador do Rio, Cláudio Castro:

“Isto já não é um crime comum, isto é terrorismo relacionado com as drogas.”

Esse enquadramento — de “narco-terrorismo” — muda o patamar da análise: não é apenas polícia vs traficante, mas Estado vs poder paralelo.

  1. A soberania nacional em xeque

Quando o Estado não controla partes de seu território — como favelas onde o criminoso impõe lei, tributos e logística — a soberania é violada.

Em muitos desses locais, o cidadão comum vive sob a lei da facção, com fuzis, drones e blindados.

Em outras palavras: a única soberania que existe em parte do Brasil hoje é a soberania do crime.

  1. O papel do regime Lula, ativismo judicial e o Estado mínimo
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Sob o governo do presidente Lula, o ativismo judicial se fortaleceu e o poder Executivo ampliou seu escopo, enquanto o Estado, paradoxalmente, mostra fraqueza em garantir segurança.

Embora não haja prova pública de que Luiz Inácio Lula da Silva tenha sido citado formalmente na delação do ex-general venezuelano Hugo Armando Carvajal Barrios (“El Pollo”), há fortes suspeitas e acusações de que o regime de Nicolás Maduro prestou apoio a redes criminosas internacionais, o que abre brecha para investigar vínculos.

Essa confluência — fraqueza institucional no Brasil, criminalização da política e protagonismo do crime — configura uma combinação explosiva: o crime organizado avança enquanto o Estado recua.

  1. Fatos concretos: drones, guerra nas favelas e descaso político

Em julho de 2024, a polícia do Rio já investigava drones com granadas lançadas por traficantes da Zona Norte.

Em 18/07/2025, foi apreendido em uma favela um equipamento anti-drone de uso militar — tecnologia que se esperaria no âmbito estatal, e não no sótão de uma casa controlada por facção.

A mega-operação de 28/10/2025 demonstrou uso de aparato de guerra: cerca de 2.500 agentes, blindados, helicópteros, drones adversos.

Esses são indícios claros de que o modus operandi das facções mudou: se estruturalizaram. E se organizaram como poder paralelo.

  1. O eleitorado dos presídios e o ambiente político interno

É amplamente reconhecido que nas prisões houve apoio expressivo ao regime Lula em 2022. Ainda que não tenhamos um dado oficial cruzado com facções, é fato que em muitos presídios houve comemoração da vitória de Lula, o que acende o debate sobre a influência política de internos — inclusive ligados a organizações criminosas — no processo eleitoral.

Adicionalmente, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) acusou esse ambiente de conivência política-crime, e seus adversários levantaram que ele “mentiu” para favorecer facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Esses fatos somados reforçam a narrativa de que o crime organizado está entranhado na política, enquanto o Estado recua.

  1. Estimativa: 26% da população sob julgo do crime organizado
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Embora haja dificuldades para medir com precisão, estimativas conservadoras apontam que cerca de 26% da população brasileira vive em áreas onde o crime organizado detém, ao menos em parte, o controle territorial, social ou econômico. Esse percentual traduz em milhões de brasileiros que não dependem apenas da presença estatal, mas da “lei paralela” das facções.

(O dado será melhorado conforme mais estudos independentes forem publicados — aqui citado como estimativa plausível para análise editorial.)

  1. É TEMPO DE UM BASTA!

O Brasil sob o regime Lula não está “meio caminho” para sair dessa escalada de violência: está submerso nela. O ativismo judicial, o Estado mínimo incapaz de garantir segurança, a conivência política ou omissão perante o crime organizado, e a ascensão de facções mafiosas com arsenal de guerra, drones e controle territorial, são sintomas claros de uma crise de soberania.

Para reverter esse quadro, não bastam medidas paliativas: é necessária uma ação de ruptura, que envolva:

Reconhecimento formal das facções como organizações terroristas/máfias, com legislação adequada.

Recuperação da presença do Estado em áreas controladas pelo crime — não só por repressão, mas por políticas de ordem pública, trabalho, educação e moral.

Transparência e investigação profunda de eventuais vínculos entre crime organizado e aparelho político ou Estado.

Restauração do poder civil e das instituições — não o fortalecimento de um Estado autoritário, mas um Estado que garanta liberdade, segurança e mercado livre.

O leitor do Portal Acre Conservador deve entender: este não é apenas um problema policial ou de favela. É um problema nacional, que atinge o direito à vida, à propriedade, à liberdade e à soberania. É, acima de tudo, uma questão de quem manda: o Estado constitucional ou o crime organizado?

Reportagem Portal Acre Conservador
* Com informações de EL PAÍS / IstoÉ Dinheiro / EADaily / O Dia / TV Brasil / Terra / Intercept Brasil.

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