🇧🇷 Enquanto o mundo celebra a libertação do povo venezuelano, o Palácio do Planalto emitiu uma nota de “profunda preocupação” e críticas ácidas à operação militar dos EUA que capturou o ditador Nicolás Maduro. O líder petista, Luiz Inácio Lula da Silva, não hesitou em defender seu “amigo de longa data” e financiador de projetos ideológicos, classificando a ação de captura como uma “violação da soberania”. A postura de Lula escancara a prioridade do regime: proteger seus aliados do eixo socialista/comunista, ignorando as provas de que Maduro chefiava o Cartel dos Sóis.
🚩 O principal artífice desse posicionamento é Celso Amorim, o mentor de uma política externa que muitos especialistas classificam como uma mistura perigosa de ideologia socialista e métodos de controle centralizador. Sob a influência de Amorim, o Brasil abandonou a tradição diplomática de neutralidade para se tornar o principal suporte de regimes totalitários na América Latina. A defesa de Maduro pelo Itamaraty é vista como um movimento estratégico para preservar o “foro de São Paulo” e as fontes de financiamento que sustentam a rede de influência da esquerda radical no continente.
As Contradições do Regime: “Democracia” para os amigos, perseguição para os opositores
A postura de Lula em relação à Venezuela revela um abismo de contradições e hipocrisia:
Apoio a Tiranos: Fora do país, Lula defende a “soberania” de um ditador que fraudou eleições e oprimiu seu povo com fuzis.
Perseguição Interna: Dentro do Brasil, o regime lulopetista apoia abertamente a perseguição e o encarceramento de opositores conservadores. O que se vê hoje é uma ação deliberada de terror contra quem pensa diferente, usando a instrumentalização do STF como braço executor de um totalitarismo disfarçado de legalidade.
Crise e Corrupção: Enquanto foca na blindagem de ditadores amigos, o governo permite que o Brasil mergulhe em uma crise fiscal sem precedentes. Escândalos de roubos e desvios de recursos públicos voltam a assombrar o país, comprometendo o futuro das próximas gerações em nome da manutenção de um projeto de poder absoluto.
🛡️ Para o campo conservador, o apoio de Lula a Maduro não é apenas um erro diplomático, é uma confissão de intenções. Ao validar o totalitarismo venezuelano, o governo brasileiro sinaliza que aceita os mesmos métodos: controle do Judiciário, silenciamento da oposição e destruição da economia através do gasto público desenfreado e da corrupção sistêmica.
O Portal Acre Conservador não se calará diante da cumplicidade com o crime. O Brasil merece uma política externa que orgulhe seu povo, e não que defenda tiranos.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Reportagem produzida com auxílio de IA





























