📌 O dia em que a lei foi rasgada

Na noite do dia 20 para 21 de agosto de 2025, o advogado Tiago Pavinatto, que tem defendido juridicamente o pastor Silas Malafaia, denunciou em vídeo o que classificou como mais um episódio vergonhoso do autoritarismo brasileiro. O alvo agora foi Malafaia, abordado pela Polícia Federal no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, logo após retornar de Lisboa.
Segundo Pavinatto, a operação foi ilegal, circense e abusiva, já que o pastor voltava ao país para sua residência fixa — e não tentava fugir. “Faria sentido se estivesse saindo, mas ele estava voltando ao Brasil, à sua casa. Foi uma humilhação orquestrada”, declarou.
⚖️ Investigações públicas, processos privados
O caso se soma a uma série de abusos judiciais que têm marcado a história recente do país. O advogado lembrou que a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU (1948), em seu artigo 14, garante a todo perseguido político o direito de pedir asilo. Jair Bolsonaro, por exemplo, teve vazadas mensagens nas quais supostamente solicitava refúgio ao presidente argentino Javier Milei.
“Não há crime em pedir asilo. É um direito humano fundamental. Mas no Brasil, direitos são criminalizados quando exercidos por conservadores”, frisou Pavinatto.
📉 Estado de Direito em erosão
Historicamente, momentos de inversão jurídica — quando investigações se tornam públicas e processos viram sigilosos — marcaram regimes autoritários. O Brasil, agora, revive um ciclo perigoso. O advogado denunciou que a Polícia Federal, sob ordens do ministro Alexandre de Moraes, teria vazado seletivamente dados sigilosos para a imprensa.
Esse padrão, além de violar a lei, mina a confiança nas instituições. O país que já sofreu com o Estado Novo de Getúlio Vargas e com as perseguições políticas da década de 1930, vê hoje uma versão reeditada desse autoritarismo, só que travestido de “defesa da democracia”.
🙏 Malafaia como alvo político
Silas Malafaia, reconhecido líder evangélico e voz ativa na defesa da liberdade religiosa e da democracia, tornou-se um dos principais alvos de inquéritos que parecem ter mais motivação política do que fundamento jurídico.
Para Pavinatto, a ação contra o pastor simboliza a tentativa de silenciar a indignação popular. “Ele é quem não deixou morrer as manifestações de rua. Por isso querem intimidá-lo”, afirmou.
📺 Grupo Globo e o acesso indevido
Um dos pontos mais graves revelados no depoimento foi a ligação da Rede Globo a Pavinatto pouco tempo depois da apreensão do celular de Malafaia. Segundo ele, isso prova que mensagens privadas, que deveriam estar sob sigilo judicial, já circulavam entre jornalistas e autoridades. “Isso mostra que a Polícia Federal e a grande mídia agem como cúmplices em uma operação política contra conservadores”, denunciou.
🛡️ Liberdade em risco

A criminalização de direitos fundamentais, a censura seletiva e a perseguição contra lideranças conservadoras colocam em xeque a democracia brasileira. Quando ministros do Supremo se transformam em acusadores, juízes e censores, a balança da Justiça se rompe.
Como afirmou Pavinatto, “Moraes não tem reputação ilibada, nem notável saber jurídico — exigências constitucionais para ocupar o STF. Sua permanência afronta a própria Carta Magna”.
👉 O Portal Acre Conservador seguirá acompanhando os desdobramentos deste caso e denunciando as arbitrariedades que ameaçam a liberdade do povo brasileiro. Continue acessando nossas matérias para se manter informado com a visão conservadora que valoriza a verdade.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Instagram Pavinato































