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🧭 ESTÃO DESTRUINDO O BRASIL

O Brasil está se socializando silenciosamente

Economista alerta: assistencialismo e alta carga tributária destroem produtividade e empobrecem o país
Rita Mundinho, economista e comentarista da Rádio Itatiaia. Foto: Reprodução Internet.

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A economista e comentarista mineira Rita Mundim fez um duro e contundente diagnóstico da situação socioeconômica brasileira em recente participação na Rádio Itatiaia. Com uma análise clara e direta, ela declarou: “Estamos passando por uma revolução socialista dentro da democracia”. Segundo ela, o modelo econômico vigente no Brasil induz a pobreza, desestimula a educação e a produtividade, enquanto naturaliza a dependência estatal.

A crítica parte do princípio de que o Estado brasileiro, em vez de criar um ambiente que valorize o mérito, o conhecimento e o trabalho — únicos caminhos reais para a prosperidade — tem optado por políticas que perpetuam o assistencialismo como fim em si mesmo. “O Brasil é um país anti-conhecimento e anti-educação, e com isso, estamos formando uma legião de pessoas assistidas e dependentes do Estado”, alertou Mundim.

Ela afirma que o Estado tem passado a “régua por baixo”, nivelando a sociedade em padrões de baixa renda, inclusive ao redefinir critérios de programas como o Minha Casa Minha Vida para incluir uma faixa de renda cada vez mais ampla. O problema, segundo ela, é estrutural: não há incentivos reais para a ascensão econômica do indivíduo, pois o foco deixou de ser a educação de qualidade e a produtividade — motores do crescimento sustentável.

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Um país que pune o trabalho e premia a dependência

Rita Mundim denuncia ainda que o trabalhador brasileiro é sufocado por um modelo fiscal injusto, onde “já se trabalha seis meses do ano apenas para pagar impostos”. A carga tributária brasileira, que consome cerca de 33% do PIB, está entre as mais altas do mundo — e não retorna à sociedade em forma de saúde, segurança, educação e infraestrutura de qualidade.

Para ela, o que está em curso é a naturalização da miséria como se fosse dignidade. “Não é normal um engenheiro, um jornalista, um profissional liberal ganhar cinco mil reais depois de anos de estudo e dedicação. Isso é um país que incentiva a miséria, não a prosperidade”, destacou. A economista também fez questão de lembrar que “o dinheiro gasto pelo Estado não é do governo — é do povo”, em crítica ao uso indevido de recursos públicos em eventos e propaganda.

Assistencialismo permanente não é solução — é armadilha

A fala de Rita converge com o que pensadores como Olavo de Carvalho e Thomas Sowell sempre defenderam: o trabalho é o único meio real de libertação do indivíduo frente à dependência estatal. O assistencialismo, quando permanente e desvinculado de contrapartidas como educação, qualificação e trabalho, se transforma em instrumento político de manipulação de massas.

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O que se impõe ao Brasil não é um novo programa social, mas sim uma reforma profunda da estrutura estatal, que reduza sua interferência na vida produtiva da sociedade e devolva aos cidadãos a liberdade de prosperar com seus próprios méritos.

“Sem segurança jurídica, com instabilidade regulatória e impostos sufocantes, o Brasil será cada vez mais um cemitério de empreendedores e uma fábrica de dependentes”, poderia resumir a economista com base em sua crítica.

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Reportagem Acre Conservador

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