Magno Malta afirmou que Bolsonaro demonstrou “tranquilidade e firmeza” durante o depoimento, e que as acusações estariam sendo “desmontadas”. Ele fez referência às sete delações do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e a relatórios sem “encaixe”. O ex-presidente, em seu depoimento, negou qualquer plano de golpe, afirmando que nunca discutiu a possibilidade em seu governo e que o ato seria “abominável” para o Brasil.
CPMI do INSS e Marcha Nacional pela Vida
No mesmo pronunciamento, o senador criticou a condução da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A CPMI investiga um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões realizados por associações e sindicatos. Estimativas recentes do Ministério da Previdência Social indicam que o ressarcimento de descontos indevidos a aposentados e pensionistas do INSS pode atingir R$ 4 bilhões. Magno Malta sugeriu a necessidade de investigar o possível envolvimento de parlamentares e outras autoridades no esquema. O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, já havia alertado que uma CPMI poderia atrapalhar os ressarcimentos e as investigações em curso.
Magno Malta também mencionou a Marcha Nacional pela Vida, realizada na terça-feira, 10 de junho. Ele defendeu que a valorização da família e a oposição ao aborto devem ser um compromisso de toda a sociedade. A Marcha Nacional pela Vida é um evento anual que reúne grupos e indivíduos com pautas conservadoras, especialmente em defesa de valores familiares e contra a legalização do aborto.
Acompanhe em nosso portal de notícias os desdobramentos das investigações em curso no STF e os trabalhos da CPMI do INSS.
Fonte: Agência senado































