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SEPARAÇÃO DE PODERES

Japão reafirma limites da Justiça; STF ignora os seus

Tribunal japonês respeita separação de poderes enquanto STF legisla, interfere e afronta o voto popular
Tribunal do Japão é contra casamento de homossexuais, por ser atribuição do Legislativo. Enquanto isso no Brasil o STF decide tudo, sem respeitar nada. Foto: Reprodução/Correio do Povo.

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🇯🇵 Uma decisão que honra a democracia

O Tribunal de Apelações de Tóquio decidiu nesta semana que o casamento no Japão — definido na Constituição como união entre homem e mulher — continua sendo matéria exclusiva do Legislativo, e não do Judiciário.

A corte rejeitou o pedido de oito autores que exigiam indenização estatal e o reconhecimento imediato do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A sentença, apoiada por um colegiado de três juízes, reforçou uma premissa básica da democracia: não cabe ao Poder Judiciário legislar, muito menos alterar a Constituição por interpretação ativista.

Uma lição simples, mas que o Brasil parece ter desaprendido.

⚖️ Japão lembra: o povo decide através do Legislativo

  • Os magistrados japoneses foram claros:
  • O artigo 24 da Constituição é objetivo;
  • A mudança de entendimento deve vir do Parlamento;
  • O Judiciário não pode substituir o debate democrático.

Ou seja, o que o STF brasileiro insiste em fazer — legislar por conta própria — o Judiciário japonês não aceita.

Foi um recado direto àqueles que defendem “supremacia judicial” sobre a vontade do povo:

👉 Democracia se faz com representantes eleitos, não com tribunais ativistas.

🇧🇷 Enquanto isso, no Brasil… o STF ocupa todos os espaços

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A comparação é inevitável — e dolorosa.

Se no Japão os juízes reafirmam humildemente sua limitação constitucional, no Brasil o Supremo Tribunal Federal invade competências, interfere em mandatos e reescreve leis.

Nos últimos anos, o STF:

  • Legislou na prática sobre união de pessoas do mesmo sexo, ignorando o Congresso;
  • Avançou sobre aborto, tentando equiparar à legislação — sem que o povo fosse ouvido;
  • Determinou regras sobre cotas e políticas públicas que cabem ao Parlamento;
  • Interferiu em partidos políticos, regras eleitorais e processos internos;
  • Cassou e afastou parlamentares eleitos por voto direto, afrontando a soberania popular;
  • Criou interpretações que modificam processos legislativos inteiros, como se fosse uma espécie de “superpoder moderador”.

Tudo isso sem passar pela legitimidade básica da democracia: o voto popular.

🔥 O STF não é a democracia — e nunca será

É preciso repetir:

📌 O STF NÃO É a democracia.

📌 Democracia envolve debate, voto, representatividade e responsabilidade perante o povo.

Quando um tribunal toma para si funções do Executivo e do Legislativo, ele deixa de ser guardião da Constituição e passa a ser protagonista político não eleito, algo que nenhuma democracia séria admite.

O Judiciário brasileiro se coloca como:

  • Legislador,
  • Executivo moral,
  • Tutor da sociedade,
  • E ditador da agenda pública.
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O Japão, ao contrário, reafirma que:

👉 Juízes não podem suplantar o Parlamento.

👉 Mudanças sociais exigem debate, não imposição judicial.

🏛️ A lição japonesa que o Brasil precisa aprender

A decisão do Tribunal de Tóquio preserva:

  • A separação de poderes;
  • O respeito à Constituição;
  • A centralidade do Parlamento;
  • O papel do povo como fonte última de autoridade.

No Brasil, falta exatamente isso.

A cada avanço arbitrário do STF, a República se distancia de sua arquitetura original e se aproxima de um regime de tutela, onde juízes não eleitos determinam o destino de toda a sociedade.

📣 É hora de o Brasil observar — e reagir

Se o Japão ensina que o Judiciário deve respeitar seus limites, o Brasil precisa urgentemente lembrar que nenhum poder está acima dos demais, e que a democracia é destruída quando o STF se coloca como o único intérprete absoluto da vida nacional.

🔔 Acompanhe o Portal Acre Conservador para análises, reportagens e denúncias sobre os abusos que ameaçam as liberdades, a separação de poderes e a verdadeira democracia brasileira.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Danúbio News / PlenoNews.

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