Menu

🎓 INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Tasso Lycurgo: A Arte como Campo de Batalha pela Alma

⚠️ Em resposta histórica, professor da UFRN explica como o comunismo usa o “culto ao feio” para destruir a conexão com o Divino
Em resposta aos seus detratores, o Professor Lycurgo demonstra que a intolerância dos militantes é fruto da sua incapacidade intelectual e da lobotomia cultural a que foram submetidos pelos novos mouros. Foto: reprodução internet.

publicidade

O Professor Dr. Tasso Lycurgo, alvo de uma tentativa de expulsão da UFRN motivada por pura intolerância religiosa, quebrou o silêncio. Em um pronunciamento que já é histórico, o docente e pastor desintegrou a narrativa militante ao explicar que a perseguição contra ele não é acadêmica, mas espiritual. Para Lycurgo, a arte moderna “vazia e chocante” é uma arma política para nos tornar órfãos de Deus. ✝️🚩

🏛️ A Arte Clássica: O Reflexo do Divino

Tasso inicia sua “aula-resposta” resgatando o conceito de Imaginação Moral de Edmund Burke. Ele pontua que, de Bach a Michelangelo, a arte nunca foi sobre o “eu”, mas sobre imitar a sabedoria divina.

  • Beleza Objetiva: A arte clássica não é questão de gosto; ela eleva a moralidade e harmoniza o coração humano. 🎻
  • O Sagrado Tangível: Grandes mestres como Da Vinci usavam a técnica para tornar a presença de Deus palpável para o homem. ⛪✨

🐍 A Ruptura: Marx e o Ódio a Deus

O ponto mais impactante da denúncia de Lycurgo é a revelação da face oculta de Karl Marx. Longe de ser apenas um economista, Marx era um poeta movido pelo ódio ao Criador.

  • O Pacto Obscuro: Lycurgo cita os poemas Olanem e O Tocador de Violino, onde Marx expressa o desejo explícito de vingança contra “Aquele que governa lá em cima”. 🚩🔥
  • Objetivo Real: O comunismo não busca justiça social, mas a destruição da humanidade através do corte das raízes do homem com Deus.
Leia Também:  A trama internacional do regime para estancar a direita em 2026

🧪 A Escola de Frankfurt e a Ditadura do Feio

Como destruir essa conexão? Segundo o professor, a Escola de Frankfurt (Adorno e Marcuse) percebeu que a beleza era uma “mentira burguesa” que pacifica o povo.

A Estratégia do Grotesco: Para promover a revolução, a arte deveria ser dissonante, feia e chocante.

Niilismo Cultural: Trocamos a harmonia de Bach pelo ruído; a beleza das Madonas pelo profano. O objetivo é criar um vazio onde o “palácio de prazer do demônio” substitui o sagrado. 📉

🛡️ O Cancelamento como Ferramenta do Bárbaro

Ao analisar a cultura do cancelamento e o ataque ao cânone ocidental (como Shakespeare), Lycurgo identifica a herança dos antigos bárbaros: o desejo de apagar a história para gerar ressentimento político.

A Mentira do Racismo: Atacam as grandes obras como “opressivas” para que, ao olhar para uma catedral, você não veja a glória de Deus, mas sinta raiva.

O Resgate: “A beleza é objetiva. A arte deve nos elevar e não nos arrastar para a lama”, afirma o professor.

🚩 POR QUE TER UM CRISTÃO NAS ARTES?

A resposta de Lycurgo é um xeque-mate: o problema das universidades não é a presença de um pastor no departamento de artes, mas a ausência de professores que entendam que Deus é a fonte da Verdade, do Bem e da Beleza (o elemento estético, ético e metafísico). 🛡️🙌

Leia Também:   “Pequenos Brilhantes” forma 183 alunos

Assista ao vídeo completo: https://www.instagram.com/reel/DToQkasD-Bv/?igsh=MTh5ajdneHNkeTJhdA%3D%3D

Redação | Portal Acre Conservador

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade