📰 🇺🇸🇧🇷 Corte dos EUA não foi vitória do Brasil — e piorou a situação
O Regime de Lula da Silva entrou em modo de celebração na última semana ao anunciar que os EUA teriam “cedido” na negociação do tarifaço, após reduzir em 10% tarifas de importação para uma lista de produtos. Ministros, influenciadores governistas e assessores correram às redes sociais para atribuir o movimento à “habilidade diplomática brasileira”.
Mas a comemoração durou pouco.
Uma leitura simples do decreto norte-americano — como destacou um analista da GloboNews — desmonta completamente a narrativa petista:
- A medida não teve absolutamente nenhuma relação com o Brasil.
📉 Razão real: inflação interna nos EUA, não diplomacia brasileira
O corte de 10% foi uma medida global e unilateral do governo Trump, motivada por ajustes na inflação doméstica de determinados produtos. Ele se aplicou a todos os países, e não como resposta a pedidos do Itamaraty.
Ou seja:
- Não houve concessão,
- Não houve negociação,
- E o Brasil não recebeu benefício algum.
Essa é a realidade que os ministros Celso Amorim e Carlos Fávaro tentaram “celebrar” antes de apagar discretamente suas postagens.
🔍 Brasil ficou em situação pior do que antes
O decreto retirou uma tarifa recíproca de 10% aplicada globalmente.
Mas o Brasil é afetado por uma tarifa específica de 50%, fruto do desgaste diplomático e das disputas comerciais recentes.
Com a remoção da taxa de 10% para todos os demais países, o cenário fica assim:
- Resto do mundo: tarifa cai para 0%
- Brasil: continua pagando 40%
Resultado:
➡️ A desvantagem brasileira aumentou, não diminuiu.
➡️ A competitividade nacional caiu ainda mais nos produtos que concorrem com outros exportadores.
Não se trata de opinião — é pura aritmética.
⚠️ Itamaraty tenta vender um avanço — que não existe
Para piorar, o ministro Mauro Vieira encontrou-se por apenas cinco minutos com o Secretário de Estado americano, Marco Rubio. Um contato breve, protocolar, de corredor — e que não muda absolutamente nada no cenário de negociações.
Ainda assim, a diplomacia do Regime Petista tentou transformar um aperto de mão rápido em “avanço estratégico”. A verdade? As negociações continuam exatamente no mesmo ponto: paradas.
E os EUA seguem firmes em suas exigências.
🦅 O que os EUA querem do Brasil para avançar
Washington tem deixado claro, nos bastidores e publicamente, que não há acordo possível enquanto o Brasil:
- Flexibiliza leis para facções,
- Se aproxima de ditaduras latino-americanas e euroasiáticas,
- Retrocede em liberdade econômica,
- Submete instituições ao arbítrio judicial e político,
- E se afasta dos valores que regem a economia de mercado ocidental.
Os EUA querem liberdade, responsabilidade fiscal, segurança jurídica e combate real ao narcotráfico e ao crime organizado.
Enquanto o Regime de Lula seguir o caminho contrário — abraçando narrativas antiocidentais e impondo intervencionismo estatal — a sua “diplomacia” continuará batendo na porta fechada.
📌 Nada a comemorar — e muito a explicar
Os fatos derrubam a versão do governo:
- O corte de 10% não foi vitória brasileira.
- O Brasil ficou mais prejudicado na competição global.
- A conversa com Marco Rubio não avançou nada.
- Os EUA aguardam comprometimento real com liberdade antes de qualquer concessão.
Transformar uma medida doméstica dos EUA em conquista diplomática é, no mínimo, desonestidade estratégica.
É propaganda — e propaganda não resolve tarifaço.
Quem paga o preço desse teatro é o setor produtivo, especialmente agricultores, exportadores e pequenas indústrias, cada vez mais sufocados por uma diplomacia improvisada e ideologizada.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Globo News































