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đŸ›Ąïž EL SALVADOR E O FIM DO MEDO

O Modelo que funcionou e o que o Brasil insiste em ignorar

đŸ‡žđŸ‡» Como uma das naçÔes mais violentas do mundo se tornou sinĂŽnimo de ordem — enquanto o Brasil se afoga em garantismo judicial que protege criminosos e expĂ”e cidadĂŁos
Bukele reduz homicídios em El Salvador com política firme de prisão para criminosos. Foto: reprodução Brasil Paralelo.

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🌐 Da capital mais violenta Ă  cidade mais segura das AmĂ©ricas

Centro de Confinamento do Terrorismo é uma prisão de segurança måxima localizada em Tecoluca, San Vicente, El Salvador. A prisão foi construída de julho de 2022 a janeiro de 2023. Foto: wikipedia

Houve um tempo em que El Salvador era considerado o paĂ­s mais perigoso do mundo fora de zonas de guerra. O domĂ­nio das gangues — especialmente a MS-13 e o Barrio 18 — era absoluto. Havia bairros inteiros onde nem a polĂ­cia podia entrar. A economia era extorquida diariamente; hotĂ©is pagavam “pedĂĄgio” duas vezes por dia, como lembrou Rodrigo Pimentel, ex-capitĂŁo do BOPE do Rio de Janeiro.

Tudo mudou quando o presidente Nayib Bukele adotou uma polĂ­tica dura, direta e sem eufemismos:

prisĂŁo em massa de criminosos, segregação carcerĂĄria rigorosa e um sistema operacional de segurança que nĂŁo negocia com facçÔes. ⚔

O resultado?

→ Homicídios próximos de zero em San Salvador, a capital.

→ Crescimento econîmico acelerado pela queda abrupta da criminalidade.

→ 1,2% da população presa, eliminando o domínio territorial das gangues.

→ Retorno da sensação de segurança, antes inexistente por dĂ©cadas.

đŸ’Œ ExtorsĂŁo diĂĄria: como o crime inviabilizava o paĂ­s

Segundo Pimentel:

“Passava uma gangue no hotel de manhã pra cobrar a extorsão — e outra à noite. O país era inviável.”

O modelo de Bukele restaurou algo bĂĄsico que qualquer sociedade civilizada deveria oferecer:

        – O direito de viver sem medo de ser assassinado ou extorquido.

E é por isso que, como afirma Pimentel, Bukele dificilmente perderå uma eleição tão cedo. O povo que viveu o inferno do crime jamais aceitarå o retorno do caos.

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Os presos que se dispÔe a trabalhar cumprem penas menores e os serviços realizados colaboram com açÔes do governo. Foto: reprodução internet.

⚖ Enquanto isso, no Brasil
 o crime agradece

A comparação com o Brasil Ă© inevitĂĄvel — e constrangedora.

Enquanto El Salvador enfrenta criminosos com rigor, o Brasil adota um sistema judicial hiperprotetor, cheio de brechas, rituais burocråticos e mecanismos de soltura automåticos que impedem o endurecimento contra organizaçÔes criminosas.

Exemplos do garantismo que fragiliza o paĂ­s:

  • AudiĂȘncias de custĂłdia que soltam criminosos armados detidos pela 2ÂȘ, 3ÂȘ ou 5ÂȘ vez.
  • Excesso de benefĂ­cios penais, progressĂ”es automĂĄticas e regras que tratam reincidentes como “vĂ­timas sociais”.
  • Leis que priorizam direitos sem exigir deveres, criando um sistema assimĂ©trico onde quem cumpre a lei Ă© penalizado e quem a infringe Ă© premiado.
  • Atuação judicial seletiva, que relativiza crimes graves enquanto endurece contra cidadĂŁos comuns e autoridades que nĂŁo rezam pela cartilha ideolĂłgica dominante.
  • InterpretaçÔes extensivas do “estado de coisas inconstitucional”, sempre usadas para afrouxar puniçÔes.

Resultado?

→ O Brasil tem menos presos que El Salvador proporcionalmente
 e muito mais violĂȘncia.

É matemático: quando o Estado não pune, o crime governa.

🚹 “Estado policial” ou país normal? A escolha que o Brasil precisa fazer

Críticos chamam o modelo salvadorenho de “estado policial”.

A população, porém, chama de vida normal.

Pimentel sintetiza o dilema:

“O que vocĂȘ prefere: viver no terror da morte ou num estado policial? Eu prefiro o modelo de El Salvador.”

A pergunta ecoa especialmente no Brasil, onde famĂ­lias inteiras vivem prisioneiras dentro de suas casas enquanto criminosos reincidentes circulam livremente, muitas vezes liberados horas apĂłs serem presos.

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🔍 Por que El Salvador funcionou — e o Brasil não?

📌 RazĂ”es para o sucesso salvadorenho:

  • Vontade polĂ­tica firme.
  • Amparo jurĂ­dico ao endurecimento penal.
  • Sistema carcerĂĄrio isolado, sem comunicação com facçÔes.
  • Zero tolerĂąncia ao crime organizado.

📌 RazĂ”es para o fracasso brasileiro:

  • Ativismo judicial que blinda criminosos.
  • Legislação feita sob pressĂŁo de ONGs e grupos progressistas.
  • Falta de cadeia suficiente por dĂ©cadas.
  • TolerĂąncia cultural com o delito.
  • FalĂȘncia do conceito de responsabilidade individual.

Enquanto El Salvador pergunta ao cidadĂŁo:

                             “VocĂȘ prefere viver com segurança ou preferir direitos ilimitados para quem destrĂłi a sociedade?”

O Brasil pergunta:

                             “O criminoso já não sofreu demais? Não deveríamos entender o lado dele?”

🧭 A lição que o Brasil não quer aprender

As experiĂȘncias recentes no mundo mostram que o combate ao crime nĂŁo se vence com discursos, hashtags ou decisĂ”es ideolĂłgicas.

A ordem se conquista com:

✔ leis claras

✔ punição certa

✔ sistema prisional funcional

✔ vontade política real

✔ recusa absoluta a negociar com o crime organizado

El Salvador entendeu. O Brasil, nĂŁo.

Reportagem | Portal Acre Conservador

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