O Brasil vive hoje sob um paradoxo que, para qualquer conservador atento, não é mais surpresa: enquanto o lulopetismo alardeia “defesa da soberania” e denuncia “interferências externas”, internamente o país mergulha em um ambiente de mordaça institucional e cerceamento de liberdades civis jamais visto na história do país.
A censura às redes sociais, patrocinada pelo ativismo judicial, tornou-se ferramenta cotidiana para silenciar vozes contrárias. O Supremo Tribunal Federal e o Executivo agem de forma orquestrada para atropelar o Legislativo, impedindo que o Congresso exerça sua função constitucional. Pior: chegam ao ponto de recorrer à chantagem contra senadores para barrar tentativas legítimas de impeachment de ministros como Alexandre de Moraes — um sinal claro de que a independência entre os Poderes se tornou peça de ficção.
O encontro em Washington: oportunidade ou divisor de águas?
No meio dessa engrenagem de censura e tarifaço, surge nesta semana um movimento que pode ter peso histórico. O deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo estarão em Washington para reunião com o governo Trump e assessores diretos do ex-presidente americano.
Se, como já se prevê, as sanções contra o Brasil se acentuarem, essa reunião pode tornar-se um ponto de inflexão. Não se trata de “torcer contra o país”, como tentará pintar o lulopetismo e sua imprensa de estimação, mas de compreender que em certos momentos, pressões externas podem servir como catalisadoras de mudanças internas, especialmente quando a liberdade está cerceada e o Estado se tornou instrumento de opressão ideológica.
O Brasil precisa, mais do que nunca, retomar o caminho da liberdade — e isso não será feito por um governo que se mantém no poder às custas da mordaça, do atropelo institucional e do alinhamento com tiranias. Se o preço a ser pago tiver de ser o sacrifício pacífico e temporário, que seja. Se a crise Brasil x EUA resultar em abertura para reconstruir nossa verdadeira democracia, a reunião de Eduardo e Figueiredo, desta semana, poderá ser lembrada como o início dessa retomado do Brasil pelo seu povo.
Reportagem – Acre Conservador






























