A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já está sendo emitida em todo o Brasil, e o governo federal estipulou datas-limite para a transição do antigo RG para o novo modelo. O documento usa o CPF como número único de identificação, unificando registros civis e reduzindo fraudes.
Até 2032, toda a população deverá adotar a nova identidade, conforme o cronograma oficial. No entanto, para os beneficiários de programas sociais que ainda não fizeram o cadastro biométrico, o prazo é mais curto: eles precisam emitir a CIN até janeiro de 2027. A medida é necessária para que continuem recebendo os benefícios a partir de 2028.
A obrigatoriedade para esse grupo específico tem como objetivo garantir a integridade dos dados e evitar pagamentos indevidos. A biometria é um dos principais recursos de segurança do novo documento.
O RG antigo continua válido durante o período de transição, mas todos os estados já oferecem a emissão da CIN. Em algumas localidades, o novo modelo é o único emitido pelos institutos de identificação.
A Carteira de Identidade Nacional tem validade variável conforme a idade: cinco anos para crianças até 12 anos, dez anos para pessoas entre 12 e 60 anos, e prazo indeterminado para maiores de 60 anos, exceto em casos de atualização de dados.
Para solicitar a CIN, o cidadão deve comparecer presencialmente ao Instituto de Identificação do seu estado ou a unidades de atendimento como o Poupatempo, mediante agendamento prévio. É necessário apresentar certidão de nascimento ou casamento original, CPF regularizado e, eventualmente, comprovante de residência.
Durante o atendimento, são coletados dados biométricos como foto, digitais e assinatura. Após a emissão, o cidadão pode retirar o documento físico e também acessar a versão digital pelo aplicativo gov.br.
A modernização do sistema de identificação busca eliminar duplicidades e erros nos registros, além de facilitar a integração com outros países do Mercosul, onde a CIN também é válida.
Fonte: ND+


























