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MPAC participa do lançamento do projeto Barco Infância Protegida

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta terça-feira, 26, do lançamento do projeto Barco Infância Protegida, iniciativa apresentada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e pela Childhood Brasil para ampliar a proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual em comunidades ribeirinhas do arquipélago do Marajó, no Pará.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Criança e do Adolescente e Execução de Medida Socioeducativa, promotor de Justiça Iverson Bueno, representou o MPAC no evento, realizado na sede do CNMP, em Brasília.

A programação contou com painel sobre escuta protegida e depoimento especial direcionado aos membros ministeriais com atuação na área criminal, além de debates sobre os desafios da implementação da iniciativa e da proteção de crianças e adolescentes no Marajó.

O projeto Barco Infância Protegida prevê a criação de uma unidade fluvial de atendimento humanizado destinada à oferta de serviços especializados em comunidades isoladas da região. A estrutura deverá reunir escuta especializada, perícia criminal, atendimento psicossocial, suporte técnico às investigações e atendimento de saúde, buscando reduzir a revitimização e ampliar o acesso à rede de proteção em localidades cujo deslocamento depende predominantemente dos rios.

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Ainda durante o evento, o promotor de Justiça Iverson Bueno articulou, junto à Childhood Brasil, a realização de um evento no Acre neste ano para fortalecer o debate sobre a proteção de crianças e adolescentes. A organização não governamental, fundada em 1999 pela Rainha Silvia da Suécia, filha de brasileira e que viveu parte da infância no Brasil, integra a World Childhood Foundation e atua no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. “A proposta é ampliar as discussões não apenas sobre violência sexual, mas também sobre outras formas de violência que atingem crianças e adolescentes, buscando dar maior atenção ao tema no estado do Acre em razão das especificidades da vivência na Amazônia”, destacou o promotor.

Fonte: Ministério Publico – AC

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