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HIPOCRISIA OU IGNORÂNCIA

Irã, Hamas: e o silêncio da esquerda brasileira

Regimes que oprimem mulheres e gays são relativizados por militantes progressistas
As mulheres que protestam pelo Hamas sabem que para o grupo terrorista mulheres são proibidas de ocupar cargos públicos relevantes? Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

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🚨 Irã e Hamas: regimes que perseguem e violentam, mas contam com a simpatia da esquerda brasileira

A retórica da esquerda brasileira se afirma defensora dos direitos humanos, da liberdade das mulheres e da proteção à comunidade LGBTQIA+. Mas, na prática, essa defesa é seletiva. Quando os agressores são regimes ou grupos ideologicamente alinhados à sua narrativa antiocidental, o discurso desaparece. Ou pior: vira defesa aberta, apoio diplomático ou militância disfarçada.

É o que acontece com o Irã — uma teocracia xiita autoritária — e com o Hamas, grupo jihadista palestino de orientação sunita extremista. Ambos os regimes são notórios pela brutalidade com que tratam mulheres, homossexuais, opositores e minorias religiosas.

Ainda assim, figuras públicas da esquerda brasileira, artistas engajados, influenciadores e até parlamentares do campo progressista apoiam abertamente esses regimes ou relativizam seus crimes em nome de causas “maiores”, como o anti-imperialismo ou a oposição a Israel e aos EUA.

👩 Mulheres oprimidas por sistemas teocráticos

No Irã:

  • Obrigatoriedade do hijab desde os 7 anos.
  • Casamento infantil legalizado.
  • Repressão física e judicial contra quem protesta.
  • Mulheres presas, torturadas e mortas por protestar ou desafiar a “moralidade islâmica”.
  • Morte de Mahsa Amini, em 2022, gerou protestos mundiais — menos entre movimentos feministas brasileiros.
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Sob o Hamas:

  • Hijab obrigatório e segregação de gênero.
  • Proibição de mulheres em cargos públicos relevantes.
  • Casamentos forçados e imposição de leis morais.
  • Prisões e agressões contra mulheres que protestam, gravam vídeos sem véu ou expressam opiniões críticas.

Ambos os regimes subjugam a mulher à autoridade masculina, anulam sua liberdade de expressão e restringem seus direitos com base em dogmas religiosos.

Os militantes pró Palestina do movimento LGBTQIA+ sabem que homossexuais são perseguidos, presos e executados pelo Hamas? Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil

🌈 LGBTQIA+: invisíveis, caçados, executados

No Irã:

  • A homossexualidade é punível com pena de morte.
  • Há denúncias de tortura, abuso sexual e execuções de homossexuais em prisões.
  • Jovens são coagidos a “tratamentos corretivos” ou enviados ao exílio.

Sob o Hamas:

  • Homossexuais são perseguidos, presos e executados.
  • Atos íntimos são criminalizados, mesmo sem denúncia formal.
  • Muitos fogem para Israel ou Europa para sobreviver.

Mesmo com esse cenário, não há protestos da esquerda brasileira em frente às embaixadas desses regimes, tampouco campanhas em universidades, ONGs ou parlamentos cobrando sanções ou repúdio.

🧨 A esquerda e a causa seletiva

A incoerência atinge o ápice quando militantes e influenciadores que acusam conservadores de “opressores” por opiniões ou falas, ao mesmo tempo marcham em atos de apoio ao Hamas ou ao governo iraniano.

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Esses mesmos movimentos:

  • Atacam Israel — o país mais democrático do Oriente Médio e único onde mulheres e LGBTQIA+ têm proteção legal.
  • Repetem narrativas que romantizam o Hamas como “resistência legítima”, mesmo sendo um grupo armado que usa civis como escudo e promove doutrinação religiosa extremista.
  • Se calam quando mulheres e gays são torturados por regimes “ideologicamente aliados”.

⚠️ A verdade que não pode ser ignorada

Irã e Hamas têm diferenças políticas e religiosas, mas compartilham a lógica de subjugação total do indivíduo à religião e ao Estado. Mulheres e homossexuais vivem sob medo constante — um cenário que seria imediatamente condenado pela esquerda se ocorresse em países ocidentais ou sob governos conservadores.

Por que a esquerda brasileira dá aval moral a esses regimes? Por conveniência ideológica? Por doutrinação partidária? Ou por simples hipocrisia?

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Redação Acre Conservador

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