O governo do Acre, por meio do programa “Desperte a Liderança que Existe em Você”, promoverá no dia 25 de junho, às 7h30, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Acre (OAB-AC), o evento “Vamos falar sobre Igualdade de Gênero e Liderança Feminina”. A iniciativa reunirá participantes de diversas áreas para debater os avanços, desafios e oportunidades da participação feminina em espaços de decisão.
Na abertura, a comandante-geral da Polícia Militar do Acre (PMAC), coronel Marta Renata, fará uma palestra presencial sobre sua trajetória como a primeira mulher a assumir o mais alto posto de comando da corporação, fundada em 1916. Em seguida, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, participará por videoconferência, compartilhando sua experiência na promoção da igualdade de gênero e no fortalecimento da liderança feminina. A ministra é a segunda mulher a integrar o STF, após Ellen Gracie, e tem atuação destacada em julgamentos históricos e na defesa dos direitos das mulheres.
O secretário de Estado de Governo, Luiz Calixto, afirmou que o evento busca incentivar o protagonismo feminino e ampliar a participação das mulheres na sociedade. “Estamos construindo espaços de diálogo, formação e inspiração para que mais mulheres possam desenvolver seu potencial de liderança. O Acre vive um momento histórico, com uma governadora mulher pela segunda vez. Esse contexto é inspirador e o programa Desperte a Liderança que Existe em Você tem esse propósito: estimular o protagonismo social e contribuir para uma sociedade mais justa, participativa e igualitária”, declarou.
A coronel Marta Renata é graduada em Letras e Direito, com pós-graduação em Ensino da Língua Portuguesa. Ingressou na PMAC em 2005 e passou por diversas funções, incluindo assessoria de comunicação, assessoria jurídica e diretoria operacional. Em dezembro de 2024, foi nomeada comandante-geral pelo então governador Gladson Cameli. Já a ministra Cármen Lúcia é doutora em Direito do Estado pela USP e presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2012 e 2013 e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entre 2016 e 2018, quando liderou iniciativas de enfrentamento ao feminicídio.
Fonte: Agência de Notícias do Acre




























