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SENSACIONALISMO DE ESQUERDAFlávio Bolsonaro acusa Lula de alarmismo sobre impacto de sanções dos EUA no Pix

Senador critica presidente por sugerir que classificação de facções como terroristas possa afetar o sistema de pagamentos brasileiro.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, rebateu nesta terça-feira (2) as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre possíveis consequências da decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Segundo Flávio, a afirmação de que o Pix seria prejudicado é infundada e configura “terrorismo político”.

Em entrevista à rádio Itatiaia, em Belo Horizonte (MG), o senador declarou: “É mentira que o PIX está ameaçado. Não tem absolutamente nada a ver o meio de pagamento com isso tudo”. Para ele, Lula estaria criando um alarme falso na população, comparando a situação a um possível cenário em que Donald Trump invadiria o Brasil. “Isso não está em discussão, é um terrorismo que o Lula cria ou tenta criar na cabeça de brasileiros que não existe.”

A controvérsia começou após o Palácio do Planalto divulgar, na semana passada, uma nota oficial alertando que a medida dos EUA poderia impactar negativamente o Pix, um sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central. O texto governamental dizia: “Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros”. A nota ainda classificou a decisão como um possível retrocesso no combate ao crime e um risco econômico para o país.

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Flávio Bolsonaro minimizou os temores e negou que os EUA pretendam realizar invasões em território brasileiro. Ele citou exemplos de outros países onde facções foram classificadas como terroristas. “Trump já declarou terroristas outras facções em outros países. Foi assim na Colômbia, foi assim em El Salvador, foi assim no México, e teve invasão desses países? Não, não teve”, argumentou o senador.

Fonte: Ecos da Notícia

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