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POLÍTICAFagner Calegário propõe mudança em lei para internato médico e cobra pagamento de terceirizados

Deputado apresenta emenda para permitir internato de estudantes de medicina no exterior na rede pública e cobra solução para atrasos no transporte escolar.

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Na sessão desta terça-feira (18) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Fagner Calegário (União Progressista) tratou de duas pautas: a adaptação da legislação estadual para viabilizar o internato médico de acadêmicos que estudam no exterior e os atrasos nos pagamentos de trabalhadores terceirizados do transporte escolar.

Segundo o parlamentar, após visitas ao Alto Acre e diálogos com estudantes, foi protocolada uma emenda à lei vigente. A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) teria sinalizado que o texto atual faz menção a profissionais já formados, o que impede a entrada de graduandos nas unidades públicas durante o internato. Com a alteração, estudantes de medicina no exterior poderão realizar a etapa prática em hospitais estaduais, incluindo estruturas em Feijó, no Vale do Juruá e em Rio Branco.

O deputado destacou que a medida pode beneficiar tanto a formação dos acadêmicos quanto a população local, que enfrenta carência de médicos. Ele também mencionou as dificuldades enfrentadas por quem estuda fora do país, como diferenças de idioma e cultura. Na avaliação de Calegário, a proposta contribuirá para a qualificação profissional e para o atendimento à sociedade acreana.

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Em relação ao transporte escolar, o parlamentar relatou que acompanhou a situação em Porto Acre, onde condutores estariam promovendo arrecadações para comprar combustível e manter os veículos em operação. O problema, segundo ele, não se restringe àquele município, com ocorrências também em Feijó e no Vale do Juruá. Calegário defendeu que a Aleac reúna os envolvidos para esclarecer as causas dos atrasos e buscar alternativas.

O deputado sugeriu ainda que os credores sejam cadastrados na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) para viabilizar o pagamento direto, caso existam impedimentos relacionados às empresas contratadas. Ele enfatizou a necessidade de garantir a remuneração dos trabalhadores, evitando prejuízos às famílias e à continuidade do serviço essencial para estudantes da rede pública.

Fonte: Agência Aleac

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