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ELEIÇÕESDisputa pelas 8 vagas do Acre na Câmara terá 6 atuais deputados e 99 candidatos

Seis dos oito deputados federais do Acre tentarão reeleição em 2026, com 99 candidatos na disputa por oito vagas.

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A eleição de 2026 para a Câmara dos Deputados promete ser uma das mais acirradas da história recente do Acre. Com oito vagas em jogo, a bancada federal do estado passará por um teste de fogo, equilibrando experiência e renovação.

Dos atuais titulares, seis já garantiram suas candidaturas à reeleição, representando 75% da bancada. São eles: Socorro Neri (PP), Coronel Ulysses (União Brasil), Roberto Duarte (Republicanos), Zezinho Barbary (PP), Antônia Lúcia (MDB) e José Adriano (PP).

Duas cadeiras, no entanto, terão novos ocupantes, pois os atuais deputados não concorrerão: Meire Serafim (União Brasil) decidiu disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, abrindo espaço para seu marido, Mazinho Serafim, que tentará a Câmara. Já Eduardo Velloso (Solidariedade) optou por concorrer ao Senado.

A concorrência será intensa. A Justiça Eleitoral registrou 99 candidatos para as oito cadeiras, o que significa uma média de 12,37 postulantes por vaga. Esse número eleva a pressão sobre os atuais deputados, que precisarão confirmar suas bases eleitorais para se manter no cargo.

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Entre os desafiante, há nomes com forte apelo popular e histórico político. O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (MDB), e a ex-deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) buscam retornar ao cenário nacional. O ex-deputado Jesus Sérgio (PL) e o ex-deputado estadual Ney Amorim (MDB) também tentam reeleição.

Da política local, os vereadores de Rio Branco André Kamai (PT) e Eber Machado (Republicanos) disputam uma vaga. Além deles, nomes como João Bittar (PL), Virgílio Viana (PV), Fábio Rueda (União Brasil) e a jornalista Mirla Miranda (Republicanos) entram na disputa representando novas frentes no estado.

A campanha promete ser marcada pelo confronto entre a estrutura dos atuais mandatários e o apelo por renovação vindo dos novatos. O resultado das urnas em outubro definirá o novo desenho da representação acreana no Congresso, com impacto direto nos rumos políticos do estado.

Fonte: A Gazeta do Acre

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