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PERSEGUIÇÃO

Damares: Bolsonaro corre risco de vida se preso

Senadora denuncia perseguição política e condenação com viés ideológico no STF
Foto: Agência Senado

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Damares Alves alerta para risco de morte de Bolsonaro e denuncia “vingança travestida de justiça”

Em pronunciamento firme no plenário do Senado nesta terça-feira (15), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) fez duras críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no processo que transformou o ex-presidente Jair Bolsonaro em réu por suposta tentativa de golpe de Estado. Para a parlamentar, as ações da Justiça, embora revestidas de legalidade processual, têm motivações abertamente ideológicas e se encaixam em um contexto de vingança política liderada pelo atual governo.

“É assim que regimes ditatoriais agem: escondem-se atrás de sentenças e processos que juram ser legais. Lamento pelo que está acontecendo com minha nação”, afirmou Damares, ao relembrar que o próprio presidente Lula, quando preso por corrupção, prometeu publicamente se vingar. “A vingança está se concretizando por meio de um tribunal”, denunciou.

A senadora ainda questionou a proporcionalidade das penas solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que, em alguns casos, ultrapassam 40 anos de prisão. Ela citou, como exemplo, o caso do general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, apontando o desrespeito à biografia de servidores públicos que dedicaram décadas ao país.

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Damares também fez um alerta contundente: se condenado, Bolsonaro — que tem 70 anos e saúde fragilizada — poderá morrer na prisão. “Cadeia é lugar de criminoso, e Bolsonaro nunca teve diálogo com criminosos. Se for preso, sua vida estará em risco”, disse, referindo-se à possibilidade real de tragédias dentro do sistema carcerário brasileiro.

Para parlamentares e juristas conservadores, o processo movido contra Bolsonaro representa não apenas uma ameaça ao Estado de Direito, mas um sinal perigoso de criminalização da oposição. Em um regime verdadeiramente democrático, a divergência política não pode ser tratada como crime — tampouco líderes políticos conservadores devem ser perseguidos em nome de um “ajuste de contas” ideológico.

O que está em jogo, segundo Damares e outras vozes do campo conservador, é a própria liberdade de expressão, a segurança jurídica e o respeito ao devido processo legal — princípios basilares da Constituição, hoje ignorados por parte da cúpula do Judiciário.

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Com informações da Agência Senado

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