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🏛️ LIBERDADE PARA CRESCER

Comissão do Senado aprova exploração em terras indígenas

Projeto segue com urgência para o plenário e propõe mineração, energia e petróleo com aval das comunidades
A aprovação foi feita em pouco mais de um minuto, por meio de votação simbólica. Foto: reprodução internet.

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🏹 Senado acelera debate sobre uso econômico de terras indígenas

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), o Projeto de Lei 6.050/2023, que autoriza a exploração de atividades econômicas em terras indígenas.

A votação foi simbólica e durou pouco mais de um minuto, sem registro individual dos votos. Além disso, o colegiado aprovou um pedido de urgência para que a proposta siga diretamente ao plenário, sem passar por outras comissões.

O empate no requerimento foi desfeito pela presidente da CDH, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que votou a favor da tramitação acelerada.

“Mais cedo ou mais tarde, o Congresso terá de deliberar sobre atividades em áreas indígenas. Por que não nesta legislatura?”, questionou Damares, defendendo que o Senado unifique as propostas sob coordenação da senadora Tereza Cristina (PP-MS).

⚒️ Mineração, energia e petróleo sob decisão das comunidades

O projeto, fruto das conclusões da CPI das ONGs, prevê regras para a realização de mineração, exploração de petróleo e gás natural, além do aproveitamento de recursos hídricos para geração de energia elétrica em territórios indígenas.

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A proposta estabelece que as comunidades poderão decidir sobre os empreendimentos e exige consulta prévia, estudos técnicos e licenciamento ambiental.

O relator, senador Márcio Bittar (União-AC), defendeu a medida:

“Tenho dificuldade de compreender a resistência ao projeto. Sou amazônida e vejo índios passando fome. O projeto permite, não obriga, a exploração.”

🌳 Resistência governista e debate ambiental

Senadores governistas, como Fabiano Contarato (PT-ES), criticaram a tramitação acelerada e pediram que o texto passasse também pela Comissão de Meio Ambiente — pedido que não foi aceito.

Apesar da polêmica, o texto agora segue para análise direta no plenário, onde poderá receber emendas e ajustes antes da votação final.

💬 No centro do debate está o equilíbrio entre preservação ambiental e geração de renda para comunidades indígenas.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Notícias do Acre

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