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SAÚDE DA MULHER

Câncer de colo do útero: Diagnóstico precoce pode salvar vida e fertilidade

Rastreamento e vacinação são cruciais para tratamentos menos agressivos e preservação do sonho da maternidade.

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O câncer de colo do útero, o terceiro tumor maligno mais comum entre mulheres brasileiras, pode ser prevenido e tratado, e o diagnóstico precoce é fundamental não só para a cura, mas também para a preservação da fertilidade. A doença, causada principalmente pelo Papilomavírus Humano (HPV), afeta milhares de mulheres anualmente, muitas em idade fértil.

Em estágios iniciais, o câncer de colo do útero geralmente não apresenta sintomas. Por isso, exames de rotina como o Papanicolau são essenciais. Ele pode detectar lesões pré-cancerosas e permite tratamentos menos invasivos, como a conização cervical ou a traquelectomia radical, que preservam o útero e os ovários, mantendo o potencial reprodutivo. Em casos avançados, embora os tratamentos sejam mais agressivos, técnicas como a transposição ovariana podem proteger os ovários.

A preservação da fertilidade é uma preocupação central. Mulheres em idade reprodutiva diagnosticadas com a doença devem ser informadas sobre os riscos dos tratamentos oncológicos e considerar técnicas como o congelamento de óvulos ou embriões. Essa criopreservação, realizada em um ciclo de estimulação ovariana de 10 a 15 dias, não impacta negativamente o prognóstico e respeita o desejo da paciente de ter filhos no futuro.

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A prevenção também inclui o uso de preservativos e, principalmente, a vacinação contra o HPV, recomendada para meninas e meninos em idades específicas. Mesmo vacinadas, as mulheres devem manter o Papanicolau em dia. Ações como a higiene das mãos e a ventilação de ambientes também são importantes. Informação e acolhimento são chaves para que a mulher cuide de sua saúde ginecológica e saiba que, mesmo diante do diagnóstico, a cura e a maternidade podem ser uma realidade.

Fonte: Jovem Pam

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