📝 Seleção comandada por Ancelotti fecha temporada em 5º lugar e volta a ser vista como candidata real ao título em 2026
A seleção brasileira encerra a temporada com sinais claros de recuperação técnica e moral. Sob o comando do técnico italiano Carlo Ancelotti, o Brasil voltou a apresentar maior organização tática, equilíbrio defensivo e competitividade — fatores que se refletiram diretamente no ranking da Fifa divulgado nesta segunda-feira (22).
Depois de ocupar a sétima colocação em setembro, sua pior posição na última década, o Brasil fecha o ano em 5º lugar, com 1.760,46 pontos, recolocando a camisa verde-amarela entre as cinco mais respeitadas do futebol mundial ⚽.
📊 Ranking praticamente estável no topo
A lista que encerra a temporada manteve o mesmo grupo de seleções que dominam o cenário internacional:
1️⃣ Espanha
2️⃣ Argentina
3️⃣ França
4️⃣ Inglaterra
5️⃣ Brasil
Essas quatro seleções à frente do Brasil são, hoje, apontadas como principais candidatas ao título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. A presença do Brasil logo atrás reforça a percepção de que a seleção volta a correr por fora, mas com reais condições de brigar pelo hexacampeonato 🏆.
🔁 Da pior fase à retomada da confiança
Em setembro, a seleção ocupava o 7º lugar, posição considerada alarmante para os padrões históricos do futebol brasileiro. Antes disso, o pior desempenho havia sido o 9º lugar em 2016, período marcado por instabilidade, troca de técnicos e perda de identidade em campo.
Com Ancelotti, o cenário começou a mudar. O Brasil encerrou 2025 com:
✅ Vitória por 2 a 0 sobre Senegal
🤝 Empate por 1 a 1 com a Tunísia
Resultados que, embora em amistosos, mostraram maior solidez defensiva, controle emocional e leitura de jogo — marcas registradas do treinador italiano.
🌍 Caminho até 2026 passa por testes pesados
Ciente de que ainda precisa provar sua força contra adversários de elite, a comissão técnica brasileira tem buscado amistosos contra seleções do mais alto nível, fugindo de jogos fáceis apenas para inflar estatísticas.
Em março, o Brasil volta a campo em solo norte-americano para dois confrontos simbólicos:
🇫🇷 França, vice-campeã mundial, em Foxborough
🇭🇷 Croácia, algoz no Catar, em Orlando
Os jogos acontecem nos dias 26 e 31 de março e serão fundamentais para medir o real estágio da seleção diante da elite europeia.
⚠️ Estreia dura na Copa do Mundo
O sorteio reservou ao Brasil uma estreia exigente em 2026. A seleção enfrentará o Marrocos, atual potência africana e forte candidata ao título da Copa Africana das Nações 🌍.
Mesmo tendo vencido Comores por apenas 2 a 0 na estreia do torneio continental, os marroquinos já somaram pontos suficientes para ultrapassar a Croácia no ranking, entrando no Top 10 — o que confirma o grau de dificuldade do confronto.
Outros adversários do grupo:
🇸🇨 Escócia (36º)
🇭🇹 Haiti (84º)
🧠 Ancelotti devolve pragmatismo e competitividade
A principal mudança percebida sob o comando de Ancelotti é a quebra do romantismo ingênuo que marcou fases recentes da seleção. O Brasil voltou a jogar com:
📐 Organização tática
🛡️ Defesa estruturada
🎯 Objetividade no ataque
🧠 Leitura estratégica de adversários fortes
Esse pragmatismo agrada especialmente setores conservadores do futebol, que defendem resultado, disciplina e meritocracia, acima de discursos vazios e projetos ideológicos.
📌 A subida ao 5º lugar no ranking da Fifa não garante títulos, mas simboliza algo essencial: o Brasil voltou a ser respeitado. Com testes duros pela frente e um treinador acostumado a decisões grandes, a seleção entra no ciclo final rumo a 2026 com menos oba-oba e mais seriedade — exatamente o que faltava nos últimos anos 🇧🇷.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Jovem Pan / Estadão Conteúdo




























