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SANIDADE ANIMAL

Acre intensifica combate à febre aftosa

Mais de 600 propriedades serão vistoriadas até o fim de 2025
Idaf mantém atuação preventiva para evitar a reintrodução de doenças como febre aftosa e a peste suína clássica. Foto: Fabiana Matos/Idaf

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Governo do Acre avança na vigilância contra febre aftosa e reforça ações educativas no campo

O Governo do Estado do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), iniciou um novo ciclo do Programa de Vigilância Baseada em Risco (PVBR), parte do esforço nacional para manter o estado livre da febre aftosa, sem vacinação. A ação integra o Plano Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Com a nova etapa do programa – chamada ciclo 2025-2 – o Idaf deve realizar mais de 600 visitas técnicas a propriedades rurais em todo o estado. As ações envolvem monitoramento do rebanho, educação sanitária e orientação aos produtores rurais, especialmente em áreas com maior risco de reintrodução da doença.

Desde 2023, mais de 2.240 propriedades já foram vistoriadas, com foco em espécies suscetíveis à febre aftosa. O Acre possui cerca de 26 mil propriedades com criações animais, e a meta semestral é vistoriar, no mínimo, 2% desse total.

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De acordo com Renan Viana, coordenador do Programa Estadual de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa do Idaf, as ações preventivas não se limitam aos rebanhos: também incluem a fiscalização de lixões e aterros sanitários, pontos críticos para a disseminação de doenças. A presença de animais em locais de descarte irregular representa risco sanitário direto, tanto para a produção quanto para a credibilidade do estado no mercado nacional e internacional.

Um dos exemplos dessa atuação ocorre em Tarauacá, onde propriedades próximas ao aterro estão sendo monitoradas. O produtor João Paulo Oliveira, que vive na região, reconhece a importância da iniciativa. “A gente entende o papel do Idaf e, por isso, sempre abrimos as portas para a fiscalização. É uma segurança para todos nós que dependemos da pecuária”, afirma.

O trabalho preventivo, segundo o Idaf, evita prejuízos bilionários ao setor agropecuário, e garante a permanência do Acre como território livre da doença, favorecendo as exportações e fortalecendo a economia rural.

➡️ Continue acompanhando o Portal Acre Conservador para saber mais sobre ações de defesa sanitária e os desafios do setor agropecuário no estado.

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Com informações da Agência de Notícias do Acre

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