O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), está finalizando a construção da Escola Estadual José Nogueira Sobrinho, localizada no Seringal Cachoeira, zona rural de Sena Madureira.
Com investimento de R$ 400 mil, a unidade é a primeira escola construída no novo padrão arquitetônico rural, um modelo inovador e sustentável que busca conciliar modernidade, eficiência e respeito à cultura amazônica.
🌳 Educação no campo com visão moderna e sustentável

O novo padrão arquitetônico foi elaborado em diálogo com as comunidades rurais e equipes técnicas, valorizando elementos da arquitetura vernacular amazônica, com o uso combinado de madeira e alvenaria.
Essa combinação garante maior durabilidade, conforto térmico, acessibilidade e eficiência no processo construtivo, o que é especialmente importante em áreas de difícil acesso.
“Investir no campo é investir no futuro do nosso estado e na formação de cidadãos com as mesmas oportunidades, independentemente da região onde vivem. Estamos entregando não apenas uma escola, mas um novo modelo de política pública para a educação rural”, afirmou o secretário de Educação, Aberson Carvalho.
Segundo ele, a proposta valoriza a equidade, o desenvolvimento social e o fortalecimento das comunidades rurais, promovendo igualdade de oportunidades sem depender de políticas centralizadoras ou ideológicas.
🏗️ Estrutura funcional e adaptada à realidade amazônica

A escola conta com duas salas de aula, refeitório, cozinha equipada com depósitos, secretaria, banheiros adaptados, sistema de abastecimento de água por poço amazônico, e tratamento de efluentes com fossa, filtro e sumidouro.
Toda a unidade foi cercada e pintada dentro da nova paleta institucional do governo, mantendo o padrão visual e a harmonia estética com o ambiente natural.
A tipologia mista — com piso em alvenaria e paredes de alvenaria e madeira — oferece maior resistência à umidade e menor necessidade de manutenção, incluindo o uso de resina acrílica em alvenaria aparente.
🧱 Padrão técnico e acessibilidade: eficiência com responsabilidade
O projeto segue rigorosamente as normas de acessibilidade (NBR 9050 e NBR 16537), com rampas, corrimãos, piso tátil e banheiros acessíveis, garantindo autonomia e inclusão para estudantes com deficiência.
Também inclui equipamentos de prevenção e combate a incêndio, ventilação cruzada, cobertura elevada e aberturas amplas — soluções que oferecem conforto térmico e iluminação natural, mesmo em áreas sem energia elétrica.
“O modelo foi desenvolvido com atenção às realidades amazônicas e às necessidades das comunidades rurais, fortalecendo uma infraestrutura capaz de oferecer condições mais dignas, seguras e confortáveis para estudantes e profissionais”, explicou o diretor de Infraestrutura e Logística da SEE, Abraão Leme.
📘 Um novo paradigma para a educação do campo
A implantação desse modelo marca uma mudança de paradigma na educação rural, com foco em infraestrutura de qualidade, eficiência construtiva e respeito cultural — pilares compatíveis com a visão conservadora de gestão pública eficiente.
O Acre, sob administração comprometida com resultados, demonstra que é possível modernizar a educação sem desperdícios, garantindo melhor uso do dinheiro público, valorização do trabalho local e respeito às tradições amazônicas.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Notícias do Acre






























