
🚧 Acre amplia rede de usinas e fortalece pavimentação
O governo do Acre alcançou um marco importante na gestão de infraestrutura viária. Por meio do Deracre (Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária), o estado mantém sete usinas de asfalto em operação, espalhadas por Cruzeiro do Sul, Feijó, Brasileia, Rio Branco e Sena Madureira, além de uma unidade móvel recém-adquirida.
O investimento, realizado com recursos próprios do Estado, elimina a antiga dependência de uma única usina, que frequentemente gerava atrasos, gargalos logísticos e altos custos de transporte. Agora, a produção de massa asfáltica pode atender de forma descentralizada todas as regiões, acelerando a recuperação e pavimentação de vias.
📈 Um salto estratégico para a infraestrutura
A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destacou que o órgão segue um planejamento estratégico contínuo, capaz de garantir qualidade e eficiência:
“O Deracre mantém produção em todas as regiões do estado. As obras de pavimentação e recuperação contam com trabalho estruturado e planejado do nosso órgão, garantindo qualidade, segurança e agilidade nos serviços.”
Essa descentralização não apenas garante agilidade nas obras, como reduz custos de transporte do asfalto e aumenta a durabilidade das estradas, já que o material pode ser aplicado em menor tempo após a produção.
📜 Contexto histórico e comparação
Historicamente, a malha viária do Acre sempre enfrentou graves problemas de conservação. Relatórios do DNIT e do IBGE apontam que, até 2010, menos de 25% das estradas estaduais estavam pavimentadas. Esse quadro dificultava o escoamento da produção agrícola e o acesso a serviços básicos, especialmente em municípios do interior.
Com a criação da rede de usinas próprias, o estado se aproxima de um novo patamar: produção própria, planejamento regional e autonomia logística. Essa mudança corrige décadas de improvisos e obras interrompidas por falta de insumos.
⚖️ Visão conservadora
Do ponto de vista conservador, o modelo adotado pelo Deracre revela pontos positivos:
- Uso eficiente dos recursos públicos, investindo em infraestrutura básica, função legítima do Estado;
- Valorização da subsidiariedade, fortalecendo regiões distintas com capacidade própria de produção;
- Estabilidade e previsibilidade, elementos essenciais para atrair investimentos e dar suporte ao setor produtivo.
🚍 Benefícios diretos para a população
Além de facilitar o tráfego e o transporte escolar, a melhoria das estradas reduz custos logísticos, amplia o acesso a serviços de saúde e educação e favorece o setor produtivo — em especial agricultura e pecuária, pilares da economia acreana.
O compromisso com a mobilidade e a qualidade de vida reforça o papel do governo em cumprir sua função essencial, entregando resultados visíveis e duradouros para a sociedade.
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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Agência de Notícias do Acre






























