O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta sexta-feira, 20, recebeu integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para tratar dos termos de um acordo de cooperação e integração institucional.
O objetivo é fortalecer a atuação conjunta, com foco no compartilhamento de informações, na realização de capacitações integradas, na troca de tecnologias e na otimização de recursos por meio de ações coordenadas. O acordo também prevê a ampliação da articulação administrativa e o desenvolvimento de estratégias conjuntas para aprimorar a prestação de serviços à população.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, destacou a importância da atuação integrada entre os ramos do Ministério Público, ressaltando que a cooperação fortalece a capacidade de resposta às demandas da sociedade.
“Temos buscado sempre trabalhar em parceria e queremos estar cada vez mais próximos do MPF e do MPT para que possamos desenvolver nossas atividades, que são tão próximas e comuns. Quando trabalhamos em parceria e de forma integrada, potencializamos os resultados das nossas ações e minimizamos as dificuldades que temos”, disse.
O procurador-chefe do MPT em Rondônia e Acre, Lucas Barbosa Brum, ressaltou a necessidade de fortalecer a integração entre as instituições, especialmente no contexto regional, sobretudo em regiões com desafios logísticos e estruturais.
“Somos um dos menores estados da nação, e é importante que a gente facilite e promova uma comunicação mais fluida, faça a Constituição prevalecer e tenhamos um Ministério Público uno na defesa do regime democrático, dos direitos sociais e do acesso à Justiça. A ideia é realmente fazermos essa integração para que, com tecnologia já existente e de baixo custo, possamos desenvolver projetos”, destacou.
O procurador-chefe do MPF no Acre, Ricardo Souza Lagos, enfatizou a importância do uso de tecnologia para ampliar o acesso aos serviços pela população, especialmente os que moram em áreas mais remotas.
“Às vezes, a gente se depara com situações em que a pessoa não tem condições de acesso. Muitos saem de comunidades rurais ou indígenas e, ao chegar a uma unidade, não conseguem o atendimento necessário, quando isso poderia ser resolvido de forma imediata”, comentou.

Também participaram da reunião, a corregedora-geral do MPAC, procuradora de Justiça Patrícia Rêgo; o assessor de Relações Institucionais do MPAC, procurador de Justiça Sammy Barbosa; e o secretário-geral do MPAC, promotor de Justiça Adenilson de Souza, além de integrantes das instituições envolvidas.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC



























