📉 Estatais que davam lucro até 2022 agora acumulam prejuízo histórico
Dados do Banco Central revelam um quadro alarmante: as empresas públicas controladas pelo Regime de Lula da Silva acumulam um déficit de quase R$ 9 bilhões nos 12 meses até agosto de 2025 — um resultado mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior.
O gráfico divulgado pelo BC mostra a mudança drástica:
➡️ as estatais saem do verde em 2022 e mergulham no vermelho já em 2023, primeiro ano do governo Lula.

Desde então, o rombo não parou de crescer, acompanhando a guinada intervencionista adotada pela atual administração.
Essa reversão é emblemática.
Entre 2019 e 2022, o processo de saneamento e eficiência das estatais, impulsionado por políticas de austeridade, privatizações, compliance e governança, gerou lucros recordes e reduziu a necessidade de aportes do Tesouro.
Agora, a situação voltou ao estágio pré-2017 — e pior.
💸 Subvenções explodem e já consomem mais de R$ 27 bilhões

Com as estatais novamente deficitárias, o regime de Lula precisou ampliar a chamada subvenção econômica — aportes diretos do Tesouro para manter essas empresas funcionando.
A série histórica mostra uma “escadinha” ascendente desde 2017, mas com um salto abrupto no último ano:
➡️ Subvenção anual saltou de cerca de R$ 24 bilhões para mais de R$ 27 bilhões, um aumento superior a R$ 3 bilhões em apenas 12 meses.
Ou seja:
- O contribuinte brasileiro está pagando a conta da gestão ineficiente das estatais.
Entre as empresas que mais receberam repasses:

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) — R$ 11,5 bilhões
Embrapa — empresa vital para o agro, mas que sofre com politização e inchaço — recebeu volume crescente de recursos
Codevasf — mais de R$ 2 bilhões, em meio a denúncias de uso político de sua estrutura
O total ultrapassa o que muitos estados brasileiros arrecadam em um ano.
📦 Correios: déficit, aparelhamento e gastos de R$ 19 milhões na COP30
Os Correios, que já foram uma das estatais mais deficitárias do país antes das reformas de 2020–2022, voltam a apresentar problemas graves.
Apesar do retorno do prejuízo operacional e da queda de eficiência, a empresa gastou mais de R$ 19 milhões para participar da COP30 — um valor que acende o alerta para:
- Uso político da estatal,
- Viagens e eventos que não se relacionam com atividade-fim,
- E total desconexão com a realidade financeira da empresa.
Enquanto isso, serviços essenciais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, sofrem com atraso, sucateamento e falhas logísticas.
🏛️ O retorno do intervencionismo e o abandono da agenda de eficiência
Especialistas apontam que a deterioração atual das estatais tem relação direta com:
- Recomposição de cargos políticos;
- Interrupção de programas de privatização;
- Ingerência sobre políticas internas;
- Uso das empresas como instrumentos ideológicos;
- E o fim das metas de desempenho impostas entre 2019 e 2022.
O modelo de gestão adotado desde 2023 segue a lógica do Regime grande, caro e ineficiente, que historicamente produziu:
❌ corrupção,
❌ prejuízos bilionários,
❌ baixa produtividade
❌ e dependência crônica do Tesouro.
O resultado está aí: rombo crescente e subvenção recorde.
⚠️ Prejuízo das estatais representa ameaça fiscal
Com o déficit das empresas públicas disparando, a consequência é inevitável:
➡️ a pressão sobre o Tesouro aumenta, elevando o risco fiscal do país.
Em um contexto de estagnação econômica, renúncias tributárias e aumento de gastos obrigatórios, cada bilhão gasto para cobrir buracos de estatais empurra o Brasil para um horizonte de incerteza — e pode comprometer investimentos essenciais.
A deterioração também reduz confiança de investidores e prejudica a imagem do país no exterior.
🇧🇷 O país volta a um modelo que já fracassou
O ciclo atual das estatais brasileiras é, como descrevem economistas liberais, um retorno aos piores anos do lulopetismo, quando gigantes como Petrobras, Eletrobras e Correios tornaram-se centros de:
- Prejuízos,
- Corrupção sistêmica,
- E uso político sem limites.
O Brasil podia seguir rumo à eficiência, ao Estado Mínimo e à competitividade.
Mas decisões recentes reconstruíram o modelo estatizante que falhou por décadas — e os números mostram que o fracasso está se repetindo rapidamente.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações do Banco Central e CNN Brasil






























