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ELE NÃO SE CANSA

Mais um fiasco internacional do Regime Lulopetista

Na ONU, Lula ataca Israel, relativiza Maduro e tenta vitimizar o Brasil diante das sanções americanas
Lula na ONU: críticas às sanções dos EUA e apoio ao STF. Foto: Reprodução/UN Web TV

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Na abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a usar o palco internacional para defender sua agenda ideológica e atacar nações democráticas. O petista fez duras críticas indiretas a Israel, ao tentar justificar ações do grupo terrorista Hamas, e relativizou mais uma vez a ditadura de Nicolás Maduro, que há anos oprime o povo venezuelano e mantém vínculos claros com o narcotráfico.

O discurso, recheado de contradições, buscou ainda vitimizar o Brasil diante das sanções impostas pelos Estados Unidos a autoridades brasileiras, sem mencionar as graves ilegalidades cometidas pelo Judiciário no julgamento dos presos políticos de 8 de janeiro, marcado por atropelos jurídicos e pela manipulação de mais de 70 terabytes de documentos — um volume impossível de ser analisado dentro dos prazos e que desmente qualquer alegação de ampla defesa.

⚔️ Radicalismo e distorção dos fatos

Ao se referir aos conflitos no Oriente Médio, Lula voltou a se alinhar à retórica de países que relativizam o terrorismo. Para se defender das críticas internas e externas, atacou Israel e colocou em pé de igualdade a ação de um Estado democrático com a barbárie do Hamas. Uma postura vista por analistas como radical e irresponsável, que distancia o Brasil de parceiros históricos e o aproxima de regimes que violam sistematicamente os direitos humanos.

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🛑 Ditadura venezuelana e silêncio cúmplice

O petista também voltou a suavizar a realidade da Venezuela, ao se referir de forma indireta ao regime de Nicolás Maduro, chamado por conservadores de “narcoditador”. O país vizinho, palco de perseguições políticas, censura à imprensa e migração em massa, foi defendido por Lula sob a desculpa de combate às sanções internacionais. Mais uma vez, a retórica lulopetista prefere se alinhar a ditadores do que assumir uma posição firme em defesa da liberdade e da democracia real.

🇺🇸 Sanções americanas e a narrativa de vítima

No momento em que Washington discute novas restrições a integrantes do Judiciário e de forças de segurança brasileiras, Lula usou a tribuna da ONU para denunciar sanções unilaterais e acusar potências de ingerência. Porém, em nenhum momento reconheceu as atitudes autoritárias do STF ou o processo político-judicial que vem sufocando adversários no Brasil. Ao tentar inverter os papéis, o presidente ignorou as atrocidades contra cidadãos que seguem presos injustamente após os atos de 8 de janeiro.

📉 O isolamento internacional do Brasil

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O que Lula chamou de defesa da soberania e do multilateralismo soou, para muitos diplomatas, como mais um passo rumo ao isolamento internacional do Brasil. A retórica radical, marcada por ataques seletivos e defesa de regimes autoritários, reforça a imagem de um país conduzido por um governo ideológico, incapaz de oferecer segurança institucional e de defender valores universais como liberdade e democracia.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Danúzio News / G1 / Uol Notícias

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