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MPAC acompanha incineração de drogas apreendidas pela Polícia Federal e Polícia Civil

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) acompanhou, na quarta e quinta-feira, 25 e 26, dois procedimentos de incineração de entorpecentes apreendidos por forças policiais no estado. A atuação do MPAC se dá em cumprimento à Lei de Drogas, que prevê o acompanhamento da incineração pelo Ministério Público para assegurar a regularidade do procedimento e prevenir eventuais alegações futuras de nulidade ou desvio dos materiais apreendidos.

Os procedimentos foram acompanhados pelo promotor de Justiça Dayan Albuquerque. Na quarta-feira, a incineração foi realizada pela Polícia Federal, com a destruição de aproximadamente 400 quilos de entorpecentes, entre maconha e cocaína. As drogas são oriundas de diversas apreensões feitas por forças de segurança como a Polícia Federal, Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/AC), Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar do Acre, no contexto de prisões em flagrante e investigações voltadas ao combate ao tráfico de drogas e à atuação de facções criminosas.

O delegado André Barbosa, responsável pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da PF, esteve presente na ação, que também contou com representantes do Ministério Público Federal e da Vigilância Sanitária.

Nesta quinta-feira, foi realizada nova incineração pela Polícia Civil, com a destruição de cerca de 220 quilos de drogas. De acordo com o delegado Saulo Macedo, titular da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc/AC), o volume total incinerado ao longo do ano chega a aproximadamente duas toneladas. A ação também contou com a presença de representantes da Vigilância Sanitária (Anvisa).

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O promotor de Justiça Dayan Albuquerque destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “A participação do Ministério Público nesses procedimentos reforça a lisura das ações e demonstra o compromisso conjunto com o enfrentamento ao tráfico de drogas. Essas incinerações representam um duro golpe contra o crime, não apenas em nível estadual, mas também com impacto sobre traficantes de países vizinhos que buscam lucro com essa prática ilícita”, afirmou.

Fotos: Clóvis Pereira

Fonte: Ministério Publico – AC

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