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🏛️ DESASTRE

Correios: déficit e 15 mil demissões sob o PT

Após saúde financeira em 2022, estatal afunda e agora sacrifica os próprios servidores
Redução de pessoal nos Correios busca conter avanço da folha, que consome mais de 60% do orçamento, e abrir espaço para investimentos e modernização da estatal. Foto: Reprodução.

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📉 O cenário de bonança e eficiência que os Correios experimentaram até 2022 parece ter ficado em um passado distante. Sob a gestão do regime lulopetista, a estatal, que estava reestruturada, lucrando e realizando aquisições para melhorar o serviço ao cidadão, afundou em um déficit alarmante em menos de quatro anos. Agora, a conta da má gestão e da falta de austeridade chegou, e quem vai pagar são os trabalhadores: o presidente da empresa, Emanuel Rondon, anunciou um plano que prevê o desligamento de até 15 mil servidores até 2027.

🚪 A ironia dos fatos é implacável. Muitos dos servidores que serão atingidos por esse corte massivo são os mesmos que, há pouco tempo, “fizeram o L” acreditando em promessas de fortalecimento das estatais e estabilidade. Hoje, recebem como recompensa a “conta” do desligamento. O plano de reestruturação prevê a eliminação gradual de 10 mil postos até 2026 e outros 5 mil até 2027, uma tentativa desesperada de conter uma folha de pagamento que já consome até 72% da receita quando somada aos precatórios.

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🛡️ É impossível não comparar com o passado recente. Em 2022, os Correios ostentavam saúde financeira e capacidade operacional renovada, fruto de uma gestão técnica que priorizava o Estado Mínimo e a eficiência. Naquela época, a estatal não apenas se sustentava, mas expandia sua atuação no competitivo mercado logístico. Bastaram menos de quatro anos de políticas de extrema-esquerda, pautadas pelo inchaço e pela ideologia, para que o caixa fosse asfixiado, limitando investimentos e reduzindo a competitividade da empresa.

⚙️ Segundo a direção atual, o corte é “inevitável” para evitar o colapso total. O plano foca em programas de desligamento voluntário e aposentadorias, mas o pano de fundo é de crise prolongada. Enquanto a cúpula tenta “vender” a medida como modernização, o mercado enxerga o óbvio: uma empresa que foi entregue saudável e agora precisa amputar membros para não morrer devido ao desequilíbrio fiscal provocado pelo retorno de um modelo de gestão que já se provou falho no passado.

🇧🇷 O caso dos Correios serve como um alerta para a importância da responsabilidade com o dinheiro público e do respeito às instituições. Quando a ideologia atropela a gestão técnica e a austeridade, o resultado é invariavelmente o prejuízo para o país e o desemprego para o trabalhador. A ordem e a disciplina financeira são as únicas garantias de um futuro próspero para qualquer instituição nacional.

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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Jovem Pan

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