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🧵 GABINETE PARALELO DE MORAES

“Vaza Toga II” escancara perseguição política no Brasil

Eduardo Bolsonaro denuncia estrutura paralela no STF usada para criminalizar opositores
Jornalista americano Michael Shellenberger, em parceria com os brasileiros David Ágape e Eli Vieira, revelou uma estrutura de repressão judicial dentro do STF que operava à margem da legalidade. Foto: reprodução internet.

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou um vídeo contundente denunciando novas revelações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relacionadas à condução das investigações sobre os atos do 8 de janeiro de 2023. A denúncia, reforçada por documentos e mensagens reveladas pela imprensa internacional, mostra que as ações do ministro vão além dos limites constitucionais — configurando, segundo o parlamentar, um dos maiores abusos de autoridade e perseguição política da história recente do Brasil.

No vídeo, Eduardo afirma que Moraes montou um gabinete paralelo e ilegal dentro do STF para “condenar inocentes apenas por postagens nas redes sociais”. O grupo, segundo ele, era formado por assessores diretos de Moraes, como o juiz Ailton Vieira, a chefe de gabinete Cristina Kusahara e o ex-assessor Eduardo Tagliaferro. Esses funcionários teriam criado uma classificação secreta para identificar e punir pessoas que criticavam o PT, o ex-presidente Lula ou o próprio STF — inclusive com prisões preventivas baseadas em simples fotos com camisetas verde e amarela ou postagens críticas.

Casos citados por Eduardo incluem o de um caminhoneiro preso por críticas no Facebook e o do ambulante Ademir Domingos Pinto da Silva, de 54 anos, detido por tuítes antigos, de 2018. O parlamentar também relatou o caso de Gildete da Silva Guardia, uma senhora de 74 anos que mesmo após uma retificação de classificação interna, permaneceu presa por 21 dias, até desenvolver hemorragia intestinal.

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“Esse grupo agia com sordidez e crueldade. Usavam emojis sorrindo ao planejar prisões de idosos e inocentes”, relatou Eduardo. Segundo ele, a perseguição política é inegável e tem apoio tácito do governo Lula, que usa o STF como ferramenta de intimidação contra opositores.

Eduardo Bolsonaro fez denúncias através de suas redes sociais. Ele está nos EUA, buscando mostrar ao mundo o que ocorre no Brasil. Foto: reprodução internet.

🔎 Vaza Toga II: a investigação internacional que escancarou o autoritarismo togado

A série de reportagens Vaza Toga II, conduzida pelo jornalista americano Michael Shellenberger, em parceria com os brasileiros David Ágape e Eli Vieira, revelou uma estrutura de repressão judicial dentro do STF que operava à margem da legalidade. Os jornalistas tiveram acesso a documentos sigilosos, mensagens de WhatsApp e e-mails que indicam uma operação paralela organizada por aliados de Moraes para acelerar prisões e punições contra cidadãos que demonstrassem apoio ao ex-presidente Bolsonaro ou oposição ao governo petista.

O material revela que o Supremo operava com critérios ideológicos, sem processo legal, e promovia um ambiente de terror jurídico no qual qualquer crítica ao regime podia resultar em perseguição judicial. Shellenberger, conhecido por sua postura em defesa das liberdades civis, afirmou que o Brasil se tornou exemplo de censura togada para regimes autoritários ao redor do mundo.

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O caso expôs como o STF se tornou um instrumento de poder político nas mãos de uma elite judicial que parece imune a críticas, mesmo quando incorre em ações que afrontam a Constituição Federal e os direitos humanos.

🎯 Parlamentar alerta: “Não vamos parar até que a verdade venha à tona”

Eduardo Bolsonaro encerrou sua fala reforçando que está nos Estados Unidos buscando apoio internacional contra os abusos praticados pelo Judiciário brasileiro. Ele diz ser vítima da mesma acusação absurda de “tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, sem ter cometido qualquer ato violento, apenas por exercer sua liberdade de expressão e manter relações políticas no exterior.

“Não podemos permitir que inocentes continuem pagando por essa farsa. Deus abençoe o Brasil, Deus abençoe a América. Nós venceremos”, concluiu o deputado.

A pressão popular e a mobilização internacional podem ser os únicos caminhos possíveis para romper o ciclo de autoritarismo togado que ameaça as liberdades democráticas no país.

 

Reportagem | Portal Acre Conservador

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