O balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) revela uma expressiva redução de 34% nos casos de Mortes Violentas Intencionais (MVIs) em Rio Branco entre janeiro e agosto deste ano. A queda é fruto de uma estratégia conjunta entre o governo estadual e a Prefeitura da capital, que combinaram investimentos em tecnologia, policiamento ostensivo e cooperação institucional.

📉 Redução expressiva em áreas críticas
A 3ª Regional, que abrange bairros populosos da parte alta da cidade, como Tancredo Neves, Jorge Lavocat e Irineu Serra, apresentou uma redução de 50% nos homicídios. Já a 2ª Regional, que inclui Cidade do Povo, Belo Jardim e Vila Acre, registrou queda de 10%. Essas áreas eram historicamente conhecidas pela forte atuação de facções criminosas, e os números indicam um avanço no enfraquecimento dessa influência.
🎥 Tecnologia como aliada da segurança

Segundo o secretário adjunto de Segurança, Evandro Bezerra, a instalação de mais de 250 câmeras de videomonitoramento em pontos estratégicos da cidade, acompanhadas 24 horas pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), foi decisiva para a redução da violência.
“O investimento em tecnologia fortalece a atuação preventiva das nossas forças de segurança e amplia a sensação de segurança da população”, destacou. Além disso, o CICC garante monitoramento constante em 103 pontos de grande circulação, como o circuito da Gameleira, Mercado Velho, Parque Chico Mendes, Praça da Revolução e Lago do Amor.
📊 Contexto histórico e conservador
O Acre vinha enfrentando, desde 2015, uma escalada da criminalidade ligada ao avanço do tráfico e à guerra entre facções. Em 2017, o estado chegou a ter a maior taxa de homicídios do Brasil, segundo o Atlas da Violência do Ipea. A queda atual de 34% em Rio Branco representa uma reversão dessa tendência e demonstra que políticas de segurança baseadas em disciplina, ordem, cooperação institucional e uso de tecnologia podem dar resultados concretos.
Enquanto parte da esquerda insiste em relativizar a violência e criticar medidas de policiamento ostensivo, a realidade mostra que investimentos em inteligência, monitoramento e presença do Estado em áreas vulneráveis salvam vidas.
🇧🇷 Desafio contínuo

Embora os números sejam animadores, o combate à criminalidade exige continuidade, firmeza e a recusa a retrocessos ideológicos que enfraquecem as forças policiais. A experiência de Rio Branco serve como exemplo de que é possível avançar quando há integração entre governos e foco em soluções práticas, respeitando o princípio conservador de que a segurança pública é dever do Estado e direito do cidadão.
👉 A redução histórica nos homicídios em Rio Branco confirma que disciplina, tecnologia e cooperação podem devolver esperança à população. O desafio agora é manter o ritmo e garantir que essa política não seja interrompida.
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Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Notícias do Acre




























