Com a proximidade do prazo de desincompatibilização e o fechamento da janela partidária, o cenário político no Acre começa a ganhar contornos definitivos. Mais do que nomes, o que está em jogo nas próximas eleições é a consolidação de um projeto que preza pela livre iniciativa, pelos valores da família e pela redução da máquina estatal, em oposição a modelos assistencialistas que historicamente tentaram aprisionar o eleitor acreano.
Disputa pelo executivo: liderança e alternativas
A pesquisa mais recente realizada pela Delta Pesquisas, em parceria com a TV Gazeta, traz dados reveladores sobre o sentimento da população. O senador Alan Rick (Republicanos) consolida sua posição na vanguarda, liderando as intenções de voto com 40%. Rick tem se destacado por uma articulação que busca unir forças em torno de uma base sólida de candidaturas proporcionais, essencial para quem deseja governar sem as amarras da velha política.
Uma surpresa surge no segundo lugar: a vice-governadora Mailza Assis (PP), que pela primeira vez ascende na amostragem com 21%. Enquanto isso, o prefeito Tião Bocalom (PL), figura veterana nas disputas estaduais, aparece com 16%.
Para o eleitor conservador, a configuração indica uma clara rejeição a nomes de esquerda, focando o debate em qual candidato entregará uma gestão mais eficiente, menos intervencionista e mais fiel aos princípios da liberdade econômica.
Senado: o embate entre o progresso e o passado
Na corrida para o Senado, onde o Acre define quem serão seus guardiões no Congresso Nacional, os números mostram:
| Candidato | Intenção de Voto (%) |
| Gladson Cameli (PP) | 28% |
| Márcio Bittar (PL) | 20,21% |
| Jorge Viana (PT) | 13,62% |
| Mara Rocha (REP) | 8,77% |
A liderança de Cameli e o forte posicionamento de Bittar refletem uma tendência de continuidade de um estado que busca se desvencilhar de ideologias coletivistas. O baixo desempenho de Jorge Viana (PT) reforça que o Acreano preza pela sua propriedade privada e não deseja o retorno de políticas que aparelharam o estado e feriram a liberdade de expressão e de mercado no passado.
Bastidores: a Assembleia Legislativa e o futuro do Acre
O que realmente movimenta os corredores da ALEAC hoje é o cálculo estratégico dos deputados estaduais. Membros da base governista buscam o equilíbrio entre a lealdade ao projeto atual e a necessidade de se alinharem a chapas que garantam a sobrevivência do pensamento conservador.
“Quem for aliado de primeira hora terá maior influência no Governo vencedor.”
Muitos parlamentares já enxergam em Alan Rick a oportunidade de construir uma base que não apenas busque a reeleição, mas que blinde o Acre contra o avanço de agendas identitárias e políticas de controle social. A grande aposta dos deputados é identificar quem, de fato, garantirá um ambiente onde a geração de emprego via iniciativa privada seja a prioridade, e não o inchaço do funcionalismo ou a dependência de auxílios estatais que retiram a dignidade do trabalhador.
O momento exige vigilância.Aas alianças que se formam devem respeitar a liberdade de educação sem ideologia e o compromisso com a fé cristã. O Acre é um estado de gente trabalhadora que não aceita ser guiada por regimes que, sob o disfarce de democracia, tentam controlar a vida do indivíduo.
Redação | Portal Acre Conservador
Foto: reprodução internet
























