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🟦 RESPONSABILIDADE

LDO 2026 é aprovada em Rio Branco

Câmara reduz IPTU para indústrias e moderniza gestão educacional

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📊 Gestão fiscal mais moderna e incentivo ao setor produtivo marcam sessão da Câmara de Rio Branco

A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou nesta semana a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026, além de dois projetos estratégicos enviados pelo Executivo. As medidas, aprovadas por unanimidade, sinalizam uma nova fase de modernização administrativa e estímulo à economia local — com foco na desburocratização e no fortalecimento do setor produtivo.

📉 Um dos projetos aprovados foi o Projeto de Lei Complementar que reduz de 2% para 1% a alíquota do IPTU para empresas situadas no Parque Industrial da capital acreana. A medida busca aliviar a carga tributária sobre empreendedores e manter a competitividade de Rio Branco como polo de desenvolvimento regional.

“A decisão da Câmara representa um gesto de sensibilidade com quem gera emprego e movimenta a economia local”, destacou o presidente da Casa, vereador Joabe Lira (União Brasil).

📚 Outro avanço foi a aprovação do Projeto de Lei nº 97/2025, que autoriza a criação de um CNPJ próprio para a Secretaria Municipal de Educação. A iniciativa confere mais agilidade na formalização de convênios e no recebimento de repasses federais, além de ampliar a autonomia administrativa da pasta.

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“Modernizar a estrutura pública é essencial para que as políticas educacionais funcionem com mais eficiência e menos burocracia”, reforçou Joabe.

🧮 LDO 2026: prioridades, metas e responsabilidade fiscal

A Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada traça o caminho para a elaboração do orçamento municipal de 2026, fixando prioridades, metas fiscais e diretrizes para a aplicação dos recursos públicos. O texto está alinhado à responsabilidade fiscal, com foco na eficiência da máquina pública, transparência na gestão e equilíbrio das contas.

Entre as prioridades destacadas no texto da LDO estão:

  • Manutenção de serviços essenciais nas áreas de saúde, educação e infraestrutura;
  • Ampliação dos investimentos em tecnologia para gestão pública;
  • Valorização do servidor municipal;
  • Fortalecimento de programas de incentivo à iniciativa privada e geração de empregos.

📌 A LDO também estabelece limites para despesas com pessoal, metas de arrecadação e regras para contratações, visando evitar desequilíbrios financeiros e preservar o controle fiscal do município.

🌐 Contexto nacional: autonomia e gestão eficiente

A criação de CNPJs específicos para secretarias municipais tem sido adotada por diversos municípios brasileiros como alternativa para superar entraves burocráticos. Com um CNPJ próprio, a Secretaria de Educação de Rio Branco poderá, por exemplo, assinar convênios diretamente com o Governo Federal e entidades privadas, sem depender de trâmites intermediários.

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No cenário nacional, a autonomia administrativa e a desburocratização são vistas como instrumentos para aumentar a eficiência e reduzir o custo do serviço público — uma diretriz compatível com a visão de Estado Mínimo, mas funcional, defendida por setores conservadores.

Já a redução do IPTU industrial vai ao encontro do que defendem especialistas em política tributária liberal: carga menor, mais investimentos e crescimento sustentável.

💬 A atuação da Câmara evidencia um esforço conjunto entre Legislativo e Executivo para colocar Rio Branco em uma rota de crescimento responsável, com menos interferência estatal, mais liberdade para empreender e foco na eficiência da gestão pública.

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Com informações da Câmara de Vereadores de Rio Branco

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